Primeiro-ministro de Cabo Verde nega acusações sobre contrato com islandeses

O governo estabeleceu uma meta de seis meses para que a TACV/Cabo Verde Airlines volte a voar.
O governo estabeleceu uma meta de seis meses para que a TACV/Cabo Verde Airlines volte a voar. TACV

Na sua última edição, o semanário cabo-verdiano “A Nação” escreve: “TACV/ Cabo Verde Airlines – Contrato secreto com islandeses revela meandros ruinosos para o Estado de Cabo Verde”. O Primeiro-ministro reagiu e disse que o contrato com os islandeses não é secreto e pode ser consultado por todos.

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Meses depois de o Estado ter assumido o controlo comercial da Cabo Verde Airlines, recuperando os 51% do capital da empresa que estavam na posse da Lofleidir Icelandic do grupo islandês Icelandair, o semanário “A Nação” publica partes do contrato com os islandeses.

A notícia do jornal tem como título “contrato secreto com islandeses revela meandros ruinosos para erário público”. Abordado pela imprensa, o Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva afirmou que o contrato com os islandeses da Loftleidir Icelandic não é secreto e que foi entregue ao Parlamento para ser consultado.

“O contrato não é secreto coisa nenhuma, foi até entregue no Parlamento e pode ser consultado por aqueles que quiserem consultar. Estamos tranquilamente e à espera de concluir o processo que tem a ver com a saída da Loftleidir Icelandic para podermos retomar o processo da retoma da Cabo Verde Airlines com sustentabilidade,” afirmou Ulisses Correia e Silva.

O governo estabeleceu uma meta de seis meses para que a TACV/Cabo Verde Airlines volte a voar. Ou seja, até ao primeiro trimestre de 2022.

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