Economias

Era de dívidas colossais: "salvar pessoas implica mecanismos público para todos"

Áudio 10:17
Filas à porta da The Bowery Mission, que oferece refeições e assistência às pessoas em situação de sem abrigo, em Manhattan, Nova Iorque, EUA, Março 2020.
Filas à porta da The Bowery Mission, que oferece refeições e assistência às pessoas em situação de sem abrigo, em Manhattan, Nova Iorque, EUA, Março 2020. REUTERS - ANDREW KELLY

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, os planos de apoio à economia multiplicam-se e arrastam os países ocidentais para uma nova Era de dívidas colossais.

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As ajudas financeiras são urgentes, não reagir neste momento seria correr o risco de transformar a asfixia actual numa recessão a longo termo.

Em 20 anos, as exportações internacionais passaram de 20% do PIB mundial para 30%. Hoje, os planos de apoio à economia atingem 2,6 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, ultrapassando a crise financeira de 2008 - e os 1,7% do PIB, na altura.

Desde o início da crise, os Estados Unidos da América atingem 10% e o Reino Unido 8% do PIB. No fim do confinamento, as ajudas suplementares vão ser necessárias para retomar a economia

"É urgente cuidar da cadeia de produção. Salvar pessoas implica mecanismos público para todos", defende o investigador português na universidade da Flórida, nos Estados Unidos, João Pedro Ferreira.

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