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Escócia/referendo

Líderes britânicos vão à Escócia para evitar racha do Reino Unido

Partidários da independência da Escócia distribuem bolo na fronteira com a Inglaterra, neste domingo (7/9/14).
Partidários da independência da Escócia distribuem bolo na fronteira com a Inglaterra, neste domingo (7/9/14). REUTERS/Russell Cheyne
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Os três principais líderes políticos do Reino Unido vão à capital escocesa Edimburgo nesta quarta-feira (10), para tentar reverter o aumento da preferência pelo “sim” no referendo que vai decidir sobre a independência da Escócia, no próximo dia 18. O primeiro-ministro conservador, David Cameron e o aliado liberal-democrata Nick Clegg, e mais o adversário e líder do partido Trabalhista Ed Miliband anunciaram o deslocamento em um comunicado comum.

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Os três líderes vão insistir na mensagem de que o Reino Unido funciona melhor em conjunto – Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte unidos. “Farei tudo o que estiver em meu poder”, disse Cameron diante de parlamentares nesta terça-feira (9).

Enquanto isso, o líder separatista Alex Salmond continuava confiante em uma vitória do “sim” no dia 18 de setembro. Para ele, o esforço “unionista” de última hora é insuficiente e tardio demais. “Vamos ganhar o referendo pela Escócia”, declarou.

O ex-primeiro-ministro trabalhista Gordon Brown lançou o contra-ataque para combater o separatismo na segunda-feira (8), à noite. Ele destacou a particularidade de ser escocês, de ser trabalhista e de ser um político com bom índice de aprovação popular. Ele garantiu que se o “não” ganhar, a partir do dia seguinte o poder legislativo vai trabalhar por parlamento escocês mais representativo.

Igualdade

Uma nova pesquisa TNS divulgada nesta terça-feira (9), colocava os partidários do “sim” no mesmo patamar que os do “não”, com respectivamente 38% e 39% das intenções de voto. O acordo de união da Escócia com a Inglaterra foi firmado há 307 anos.
 

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