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Artes

As histórias de Cargaleiro na “aldeia dos artistas”

Áudio 20:36
Estação de metro Champs-Elysées Clémenceau com murais de Manuel Cargaleiro.
Estação de metro Champs-Elysées Clémenceau com murais de Manuel Cargaleiro. Fundação Manuel Cargaleiro
Por: Carina Branco
23 min

Manuel Cargaleiro já tinha deixado a sua marca em Paris numa das mais conhecidas estações de metro, a Champs Elysées-Clémenceau, mas a capital francesa pediu-lhe mais. Aos 92 anos, o artista português juntou aos painéis de azulejos instalados em 1995 novas obras que são inauguradas esta segunda-feira. Nesse dia, o pintor e ceramista vai ser duplamente condecorado por Portugal e Paris. Nesta entrevista, realizada em 2017, o "mestre" recorda os tempos iniciais em Paris, quando a cidade era "uma aldeia de artistas".

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Esta segunda-feira, Manuel Cargaleiro vai inaugurar novos painéis na estação Champs Elysées-Clémenceau, em Paris, e depois vai receber a Medalha Grand Vermeil, a mais alta condecoração da cidade, e a Medalha de Mérito Cultural de Portugal na presença do Primeiro-Ministro português.

Galardões que se juntam a outros de um artista que vive em Paris desde 1957, que conviveu com nomes precursores da arte contemporânea como Max Ernst, Hans Arp, Serge Poliakoff, Alfred Manessier, Sonia Delaunay, Zao Wou-Ki, Maria Helena Vieira da Silva, Arpad Szènes, Roger Bissière, Natalie Gontcharova e Michel Larionov, entre muitos outros.

Era também vizinho de Picasso mas tinha uma admiração tão grande por ele que não teve coragem de falar com ele… À sua casa, no bairro dos artistas, vinham bater muitos portugueses que chegavam clandestinamente a França…

Uma conversa sobre arte, memórias e muito trabalho num ateliê repleto de telas e centenas de desenhos e guaches…

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