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Vida em França

Luísa Semedo, activista luso-cabo-verdiana espera ver o fim do 8 de Março

Áudio 12:26
Luísa Semedo (à direita), durante a apresentação do seu romance "O Canto da Moreia" no passado dia 10 de Outubro em Paris.
Luísa Semedo (à direita), durante a apresentação do seu romance "O Canto da Moreia" no passado dia 10 de Outubro em Paris. © RFI/Liliana Henriques
Por: Marco Martins

Luísa Semedo, doutorada em Filosofia pela Universidade da Sorbonne, abordou com a RFI este dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.

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Para a activista luso-cabo-verdiana, há progressos todos os anos mas também alguns retrocessos visto que o número de agressões sexuais e de crimes contra as mulheres continuam a aumentar.

Nesta entrevista falamos igualmente dos ataques nas redes sociais que sofreu Luísa Semedo após ter deixado a Presidência do Conselho Regional da Europa para as Comunidades, visto que ela não se queria encontrar com André Ventura, deputado pelo Partido Chega que ela considera como xenófobo e racista.

Por fim Luísa Semedo afirmou que gostaria de ver desaparecer o dia 8 de Março, seria o sinal que a igualdade entre mulheres e homens foi atingida.

A nossa convidada especial era Luísa Semedo, doutorada em Filosofia pela Universidade da Sorbonne.

Convidada Luísa Semedo 08-03-2020 MM

 

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