França

Autárquicas: Duelo Anne Hidalgo - Rachida Dati para Câmara de Paris

Da esquerda para direita: Rachida Dati, do partido Os Republicanos (LR), Cedach Villani independente, Serge Federbusch do partido de extrema direita União Nacional (RN), Serge Federbusch, jornalista francês e moderador do debate Marc Fauvelle, Presidente da Câmara de Paris Anne Hidalgo, A República em Marcha (LREM), Agnes Buzyn, a jornalista e moderadora francesa Carole Gaessler, Danielle Simonnet A França Insubmissa (LFI) e David Belliard do partido Os Verdes (EELV).
Da esquerda para direita: Rachida Dati, do partido Os Republicanos (LR), Cedach Villani independente, Serge Federbusch do partido de extrema direita União Nacional (RN), Serge Federbusch, jornalista francês e moderador do debate Marc Fauvelle, Presidente da Câmara de Paris Anne Hidalgo, A República em Marcha (LREM), Agnes Buzyn, a jornalista e moderadora francesa Carole Gaessler, Danielle Simonnet A França Insubmissa (LFI) e David Belliard do partido Os Verdes (EELV). AFP - CHRISTOPHE ARCHAMBAULT

Teve lugar ontem à noite o último debate para as eleições autárquicas deste domingo. O debate foi liderado pela Presidente da Câmara de Paris Anne Hidalgo e a candidata do partido Os republicanos, Rachida Dati, as duas candidatas dadas como favoritas nas sondagens.

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Presentes no debate estiveram os sete principais candidatos à Câmara municipal de Paris; Rachida Dati, do partido Os Republicanos (LR), Cedach Villani independente, Serge Federbusch do partido de extrema-direita União Nacional (RN), Serge Federbusch, jornalista francês e moderador do debate Marc Fauvelle, Presidente da Câmara de Paris Anne Hidalgo, A República em Marcha (LREM), Agnes Buzyn, a jornalista e moderadora francesa Carole Gaessler, Danielle Simonnet A França Insubmissa (LFI) e David Belliard do partido Os Verdes (EELV).

O debate transformou-se no tradicional duelo direita-esquerda, Rachida Dati contra Anne Hidalgo.

Anne Hidalgo, a Presidente da Câmara de Paris socialista, conta com 26% das intenções de votos e voltou a  defender medidas ecológicas - bandeira do primeiro mandato e da campanha.

“Estou orgulhosa com o balanço que fazemos com toda a minha maioria, o que diminuiu foi a circulação de veículos, e quando o trafego diminui a poluição também diminui e temos de continuar porque hoje a poluição continua a matar”, afirmou.

A segunda favorita nas sondagens é a candidata d'O Republicano, Rachida Dati, com 23%, seguida por Agnès Buzen com 19 %. A antiga ministra da Saúde d'A República em Marcha que substituiu Benjamin Girveaux.

O tom subiu quando se abordaram a questão de alianças políticas entre a primeira e segunda volta; “não estamos num reality show, não estamos a falar de alianças entre vocês e a quem entregam o brinde”, defendeu Rachida Dati.

A maioria dos sete candidatos centrou-se nas questões de segurança e de higiene, momento aproveitado por Rachida Dati para atacar o balanço de Anne Hidalgo. “É preciso mudar Paris. Mais de 70 por cento dos parisienses não aguentam este actual mandato”, afirmou a candidata d'Os Republicanos.

Os resultados na capital francesa vão ser acompanhados de perto. Apesar de Paris não ser representativo do país é uma cidade-símbolo, durante muitos anos conduzida pela direita de Chirac e Tiberi, mas que acaba por virar à esquerda em 2001 com Bertrand Delanoë, antecessor de Anne Hidalgo.

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