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UNIÃO EUROPEIA

Macron procura demover países "frugais" para garantir Fundo de recuperação

O primeiro-ministro holandês Mark Rutte é o anfitrião de Emmanel Macron na Cidade de Haia.
O primeiro-ministro holandês Mark Rutte é o anfitrião de Emmanel Macron na Cidade de Haia. REUTERS/Yves Herman
Texto por: Miguel Martins com AFP | Miguel Martins com Lusa
2 min

O presidente francês Emmanuel Macron janta esta noite na Cidade de Haia, nos Países Baixos, com o primeiro-ministro Mark Rutte. Em causa as reticências holandesas relativamente ao Fundo de recuperação da Unão Europeia.

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O plano da Comissão Europeia orçado em 750 milhões de euros continua a provocar ampla divisão no seio do bloco.

A ideia é ajudar as economias dos países mais severamente afectados, países do Sul, pela pandemia de Covid-19.

Mas ainda no Conselho Europeu da semana passada se constatou que os 27 continuam de costas voltadas.

Daí Emmanuel Macron se avistar com Mark Rutte por os Países Baixos, ou a Holanda como é incorrectamente conhecida, fazer parte do grupo de países "frugais", com a Áustria, a Suécia e a Dinamarca.

O grupo liderado pelos Países Baixos descarta qualquer subsídio e só aceita que se faculte um empréstimo aos Estados em causa, ora o que se previa era uma subvenção de dois terços e um empréstimo de um terço da quantia, em condições muito favoráveis.

Para os "frugais" só se poderia conceder empréstimos, embora condicionados a planos e a reformas de elevado rigor, e ainda assim de um montante inferior ao que se está a negociar.

Se o impasse persistir a Cimeira europeia de Julho, que deveria ser já na presença dos chefe de Estado e de governo, deveria tomar uma decisão sobre este novo braço de ferro no seio dos 27.

Presidente francês avista-se com primeiro-ministro dos Países Baixos

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