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Retoma do ano escolar leva mais leitores à bilblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris

Áudio 08:55
Miguel Magalhães, director da Fundação Calouste de Gulbenkian em Paris
Miguel Magalhães, director da Fundação Calouste de Gulbenkian em Paris RFI/Carina Branco
Por: Lígia ANJOS
11 min

A biblioteca da delegação francesa da Fundação Calouste Gulbenkian, em Paris, voltou a abrir as portas ao público na nova morada: na casa de Portugal, na cidade universitária, com um sistema adaptado às medidas sanitárias.

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"Pedimos aos leitores para fazerem reservas por e-mail, pedimos que nos comuniquem os livros que queiram consultar na hora da sua visita. Temos um conjunto de lugares limitados, no respeito da lei, só temos oito lugares", descreve Miguel Magalhães, director da delegação francesa da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), em Paris.

Além destas medidas todos os livros requisitados "atravessam um período de quarentena. Os livros não são disponibilizados logo a seguir", prossegue.

Nos últimos anos a biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian transformou-se numa verdadeira biblioteca de investigação. "Estamos abertos a todo o tipo de público, mas o público universitário constitui a principal franja. Temos uma ligação grande ao mundo académico e notamos que a reeabertura do ano escolar teve consequências no número de leitores que recebemos", descreve Miguel Magalhães.

A biblioteca da FCG começou a ser criada em 1960, lembra o director da Fundação. Estou convecido que esta é uma biblioteca, das maior biblioteca de língua portuguesa fora de Portugal e Brasil, explica.

 

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