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#Covid-19/França

Covid-19: Paris vai ter novas restrições sanitárias

Anne Hidalgo, Presidente da Câmara de Paris. 2 de Novembro de 2020. Paris.
Anne Hidalgo, Presidente da Câmara de Paris. 2 de Novembro de 2020. Paris. AFP - STEPHANE DE SAKUTIN
Texto por: RFI
3 min

A presidente da câmara de Paris, Anne Hidalgo, declarou, esta quinta-feira, que alguns comércios da capital, nomeadamente “take-aways” e mercearias, vão ter de fechar às 22h no âmbito da luta contra a segunda vaga de covid-19. O número de novos casos ascendeu a 40.558 entre terça e quarta-feira. Esta quinta-feira, o ministro da Saúde, Olivier Véran, vai fazer um balanço da primeira semana de novo confinamento em França.

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A presidente da câmara de Paris, Anne Hidalgo, declarou, esta quinta-feira, que alguns comércios da capital, nomeadamente “take-aways” e mercearias, vão ter de fechar às 22h no âmbito da luta contra a segunda vaga de covid-19.

A decisão inclui, também, os distritos de Hauts-de-Seine, Seine-Saint-Denis e Val-de-Marne, nos arredores de Paris, anunciou a autarca em entrevista à RMC e BFM TV.

Em causa, os comércios que vendem comida ou bebida em modo “take-away” e as pequenas mercearias devido ao registo de ajuntamentos.

Questionada sobre se se trata de uma forma de recolher obrigatório disfarçado, Anne Hidalgo respondeu: “Não sei se é um recolher obrigatório porque não inclui todas as actividades da cidade.”

Numa altura em que se vive um novo confinamento em França, a possibilidade de um novo recolher obrigatório surge depois de ter sido anunciado pelo porta-voz do Governo, Gabriel Attal, na segunda-feira. O executivo corrigiu, depois, que ainda nada estava decidido, mas que a possibilidade de um recolher obrigatório estava em cima da mesa.

Esta quarta-feira, houve um novo conselho de defesa consagrado à crise sanitária e as conclusões devem ser conhecidas esta quinta-feira durante a conferência de imprensa semanal do ministro da Saúde Olivier Véran.

O número de novos casos de covid-19 em França ascendeu a 40.558 entre esta terça e quarta-feira. Mais de 4.000 doentes estão nos cuidados intensivos e o número de novas entradas nos cuidados intensivos chegou, na quarta-feira, aos 540, ou seja, um valor equivalente ao registado no momento mais crítico da epidemia em França durante a primeira vaga, entre final de Março e início de Abril.

 

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