Rapto

Polícia do Quênia se mobiliza para tentar libertar francesa

Um soldado queniano vigia a residência da francesa Marie Dedieu, sequestrada na noite desta sexta para sábado, na ilha de Manda, no Quênia.
Um soldado queniano vigia a residência da francesa Marie Dedieu, sequestrada na noite desta sexta para sábado, na ilha de Manda, no Quênia. © Reuters/Thomas Mukoya

As autoridades do Quênia seguem mobilizadas para tentar obter a libertação da francesa sequestrada ontem no arquipélago de Lamu, perto da fronteira com a Somália. O governo queniano enviou, neste domingo, dois emissários ao vilarejo somalí de Ras Kamboni para tentar negociar com os sequestradores.

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Marie Dedieu, de 66 anos, foi sequestrada por cerca da 10 homens armados na noite de sexta-feira para sábado, em seu domicílio na ilha de Manda, situada em frente à ilha de Lamu, onde diversos estrangeiros possuem residências de verão. A francesa, que se deslocavam em cadeira de rodas, vivia a maior parte do ano em Manda.

Após o sequestro, policiais quenianos perseguiram os criminosos, que fugiram em um barco em direção a Somália. Houve troca de tiros, diversos sequestradores ficaram feridos, mas a polícia não conseguiu libertar a francesa.

As autoridades acreditam que os autores do rapto sejam militantes de insurgentes islâmicos shebab, que se opõem ao governo de transição na Somália.

Esse é o segundo sequestro de estrangeiros na região em menos de 3 semanas. No início de setembro, uma turista britânica foi sequestrada e seu marido assassinado em um vilarejo ao norte da costa do Kênia. Eles foram atacados e raptados quando dormiam em um bangalô de um hotel de luxo, situado a 50 km ao norte da ilha de Lamu.

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