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Revista de Imprensa

Metade dos socialistas recusa estado de emergência na Constituição

Áudio 04:29
Primeiras páginas dos jornais franceses de 11 de fevereiro de 2016
Primeiras páginas dos jornais franceses de 11 de fevereiro de 2016 RFI
Por: João Matos

As primeiras páginas dos jornais diários franceses continuam a estar dominadas por questões de política interna, entre remodelação governamental, dificuldades da esquerda ou a destituição de nacionalidade a cidadãos que cometam actos de terrorismo.LE MONDE, faz a sua manchete com "o Presidente Hollande face à esquerda em migalhas." Perto de metade dos deputados do partido socialista recusou aprovar a proposta de lei que quer inscrever o estado de emergência e a destituição de nacionalidade na Constituição.A oposição dos socialistas à destituição de nacionalidade, vai para lá dos 30 a 40 deputados contestadores que não se reconhecem na política económica do governo.Por seu lado, LE FIGARO, titula "destituição: François Hollande ultrapassa o primeiro obsctáculo, após o sim da Assembleia Nacional, sobre a revisão constitucional e dentro de um mês vai ser a vez do Senado, dominado pela direita, se debruçar sobre a mesma, antes de eventualmente seguir para o congresso de Versalhes, instituição que reúne, as duas casas parlamentares.Para já, metade dos deputados da direita votou o texto, fazendo a destituição passar na Assembleia, mas nota LE FIGARO, o Senado está à  espera para dizer da sua justiça.No internacional, LE FIGARO, destaca a União europeia que quebra o tabu das expulsões para a Grécia e a Turquia.Para aliviar estados membros sobrecarregados a comissão vai passar a expulsar os imigrantes que não obtêm direito de asilo e isto porque vários países como a Áustria, Eslovénia, Croácia, Macedónia e a Sérvia, já decidiram unilateralmente fechar as suas fronteiras por onde passaram o ano passado cerca de 800 mil imigrantes, sublinha LE FIGARO. Enfim, sobre a África, LA CROIX, é o único diário francês a fazer a sua manchete com um tema africano titulando: "a República centro-africana quer ainda acreditar." Os habitantes que votam no domingo na segunda volta das eleições presidenciais esperam que a acalmia actual vá durar. 

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