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França

Revisão fiscal em França

Conselho de ministros francês volta a reunir-se só depois das férias de verão
Conselho de ministros francês volta a reunir-se só depois das férias de verão Reuters
Texto por: RFI
2 min

Governo francês quer cobrar na fonte impostos sobre o rendimento, apesar das criticas da oposição e dos especialistas do sector. O assunto está a ser debatido, nesta quarta-feira, em Paris, no último conselho de ministros antes de férias. 

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A ideia do governo francês é passar a reter na fonte o imposto sobre o rendimento. O imposto vai continuar a ser calculado ao nível de cada domicílio fiscal progressivamente, tendo em conta o conjunto dos rendimentos e a composição do agregado.
Segundo o governo, a taxa vai adaptar-se à situação do contribuinte ao longo do ano. Por exemplo, quando alguém ficar desempregado, o imposto deixará de ser cobrado.
A reforma vai ser introduzida no país dentro de dezoito meses, a 1 de janeiro de 2018.
Especialistas do sector fiscal dizem que a medida pode pesar sobre as pequenas e médias empresas e pode ter custos para a administração fiscal, em termos de mobilização de pessoal para a cobrança do imposto.
A oposição lança também críticas. O presidente da comissão parlamentar de finanças, Gilles Carrez, afirma que o objectivo da reforma é fundir a retenção na fonte com a contribuição social generalizada. Em seu entender, a situação seria muito grave e perigosa para as classes média e média alta.
No entanto, o ministro das finanças, Michel Sapin assegura que a fusão dos dois impostos está completamente fora de questão. Sapin garante ainda que a reforma passará no parlamento francês.
A pausa estival do governo francês será, este, ano apenas de três semanas, na sequência da onda de atentados terroristas que têm assolado o país.
 

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