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FRANÇA

Nova companhia aérea do grupo Air France

Joon optou pela «ruptura» para o uniforme do seu pessoal de bordo, com casaco sem mangas e ténis brancos feitos com materias reciclados a partir de garrafas de plástico.
Joon optou pela «ruptura» para o uniforme do seu pessoal de bordo, com casaco sem mangas e ténis brancos feitos com materias reciclados a partir de garrafas de plástico. REUTERS/Charles Platiau
Texto por: RFI
2 min

A 1 de Dezembro começam a voar os aviões da Joon, nova companhia do grupo Air France. A empresa de baixo custo foi lançada a 25 de Setembro e voará, numa primeira fase, para Lisboa, Porto, Barcelona e Berlim.

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A Joon voará a partir do aeroporto parisiense de Roissy Charles de Gaulle rumo, numa primeira fase, a quatro destinos europeus: dois em Portugal (Lisboa e Porto), um em Espanha (Barcelona, Catalunha) e um na Alemanha (Berlim). Uma viagem de ida simples é comercializada a partir de 39 euros.

Numa segunda fase a companhia vai voar também para o Brasil (Fortaleza) ou para Mahé (Seychelles) propondo viagens de ida a 299 euros.

De acordo com o presidente do Conselho de administração da Air France, Franck Terner, a ideia é "reconquistar mercado".

A nova empresa reivindica ser um misto entre uma companhia a baixo custo (vulgo low cost) e uma companhia tradicional, assente na descontracção, no digital com um toque ecologicamente responsável.

O uniforme do pessoal da Joon inclui ténis e casacos sem mangas com cores garridas.

A companhia da Air France que já detém uma empresa especializadas nos voos regionais (Hop) e uma marca de baixo custo (low cost, a Transavia).

Até 2020 a Joon deve dispor de uma frota de 28 aparelhos, incluindo dezoito de longo curso e dez de médio curso, procurando não penalizar o desempenho da Transavia, a sua empresa de low cost.

A Joon vai oferecer serviço de bebidas a bordo (incluindo da agricultura orgânica como sumo de embondeiro e pratos do comércio equitável), mas as malas de porão serão a pagar.

A empresa, segundo Franck Terner permitirá "abrir ou reabrir rotas onde há concorrentes agressivos".

De acordo com o vespertino francês Le Monde tratar-se-iam das empresas Emirates, Qatar Airways e Etihad, companhias aéreas sedeados no Golfo Pérsico.

 

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