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Imprensa Semanal

Comboio do oeste africano, feminismo em França e digital em Portugal

Áudio 04:11
Capas dos semanários sobre actualidade africana e mundial de 24/02/2018
Capas dos semanários sobre actualidade africana e mundial de 24/02/2018 RFI

Nesta Imprensa semanal, em destaque a Costa do Marfim, a estratégia de Macky Sall e da China, no oeste-africano ou ainda o feminismo em França, o percurso de Jean-Marie Le Pen ou o Vale do Silício português.Abrimos com a JEUNE AFRIQUE, que faz a sua capa, com a Costa do Marfim, o enigma Bédié. Aos 80 anos, largamente passados, renuncia ou não à corrida às presidenciais de 2020? Na afirmativa, quem o apoiará? O seu partido PDCI, vai escolher que partido para se aliar?Hábil manobrador, o esfinge de Daoukro, esconde muito bem a sua jogada. Mas multiplica barulhos e declarações contraditórias, fazendo crer a cada um possiblidades de alianças, nota a JEUNE AFRIQUE.Por seu lado, LA LETTRE DU CONTINENT, destaca o controlo de Macky Sall sobre o comboio oeste-africano da China. Saltitando sobre as preocupações de Pequim quanto à insegurança no Mali, o presidente senegalês, poderia privilegiar a reconstrução do comboio entre Dacar e Bamco, um dos múltiplos megaprojectos da diplomacia de negócios da China na sub-região.Em dezembro, os dois países fronteiriços tinham apoiado um acordo após ter designado a companhia chinesa de construção de caminhos de ferro como o principal construtor, nota a JEUNE AFRIQUE.Por cá em França, LE POINT, faz a sua capa, com Le Pen, segredos da História, nomedamente os seus encontros com De Gaulle e Mitterrand, a ocupação e a Argélia. Jean-Marie Le Pen, publica as suas Memórias, um dos documentos políticos dos mais aguardados. No primeiro volume, Le Pen, é o testemunho sobre uma das figuras políticas francesas das mais controversas, que se lê, nomeadamente, as recordações de um diabo da República, como lhe chama LE POINT.L'EXPRESS, destaca 1968-2018, como tudo mudou. Mais do que uma explosão, maio 68, foi algo de poderoso e imprevisível cujos efeitos ainda são sentidos na sociedade francesa. São 50 anos de profunda transformação, a nova palavra que substitui a revolução, mas os franceses não esqueceram o espírito de maio.Foram os progressos da escola, os novos rostos da imigração, uma sociedade angustiada ou políticas restritivas, nota L'EXPRESS.L'OBS, por seu lado, faz a sua capa com Simone de Beauvoir, compreender a revolução feminista. Quando a filósofa publica o seu livro "Segundo sexo", em 1949, é um escândalo mundial. Seguirá  o "Manifesto 343", em 1971, na origem da lei Veil, sobre a liberalização do aborto.O feminismo é uma doença? É interessante lançar-se um olhar sobre a etimologia das palavras. E descobre-se atónito que é no vocabulário médico que a palavra "feminismo" vê a luz do dia nos fins do século XIX. E designava uma doença parando o crescimento de jovens pacientes tuberculosos, uma fascinante metáfora da castração, nota L'OBS.Enfim, COURRIER INTERNATIONAL, titula sobre um Vale do Silício português, retomando um artigo da Visão. Como Berlim, Dublin ou Barcelona, Libsoa e Porto, tentam atrair os gigantes da Internet. Os seus trunfos são o baixo custo da mão de obra, a conjuntura econonómica favorvel, a situação geográfica, as condições de segurança, as infraestruturas e os talentos portugueses, apoiados por uma política oficial que aposta no digital. Tudo sob a imagem de um país de turismo e dos golos de Cristiano Rolando, nota COURRIER INTERNATIONAL. 

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