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Israel/Holocausto

Israel volta a acusar Irã de querer arma atômica para destruir estado judeu

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netaniahu, durante cerimônia no Instituto Yad Vashem, em Jerusalém.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netaniahu, durante cerimônia no Instituto Yad Vashem, em Jerusalém. Reuters
2 min

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o ódio contra o povo judeu se renova e se amplifica em todo o mundo e voltou a acusar o Irã de querer produzir armas atômicas para destruir Israel. As declarações foram feitas neste domingo, durante a abertura, em Jerusalém, das celebrações do dia do Holocausto, criado para lembrar o massacre de 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

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Nesta segunda feira, como acontece todos os anos, os israelenses vão respeitar dois minutos de silêncio e sirenes vão soar por todo o país em memória às vítimas do nazismo.

“As lições do Holocausto ainda não fora tiradas. O ódio dos judeus se espalha pelo mundo. O Antissemitismo se renova e se amplifica, e o ódio contra os judeus visa agora seu estado e o direito à sua existência”, disse antes do início de uma audiência semanal de seu governo.

As comemorações do dia do Holocausto começaram na noite deste domingo, pelo horário de Israel, com uma cerimônia no Instituto Yad Vashem de Jerusalém dedicado ao estudo e à memória do massacre dos judeus, e contou com as presenças do presidente Shimon Peres e de vários representantes do corpo diplomático.

Durante o evento, o chefe de governo acusou diretamente o regime iraniano. “ Alguns negam o Holocausto como o Irã e seus aliados, o Hezbollah (libanês) e o Hamas (palestino”,) que pregam abertamente a destruição do estado judeu”, disse Netanyahu.

“O Irã quer produzir armas atômicas para atingir esse objetivo e o mundo não consegue pará-lo”, acrescentou.
“Se não tivermos força para nos defendermos, o mundo não ficará do nosso lado”, afirmou.
Israel conta com 204 mil sobreviventes do Holocausto, a maioria deles com mais de 80 anos de idade. Cerca de 12.800 morreram no ano passado, segundo dados oficiais publicados no domingo pela imprensa israelense.
 

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