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FMI/Crise

Para FMI, economia mundial não está mais à “beira do abismo”

A diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, em entrevista coletiva na China.
A diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, em entrevista coletiva na China. REUTERS/China Daily
Texto por: RFI
2 min

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, declarou neste domingo em Pequim que a economia mundial “não está mais à beira do abismo” e vê sinais positivos de recuperação. 

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Com um tom otimista moderado, a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, declarou no Fórum de Desenvolvimento da China neste domingo que vê “sinais de estabilização” da economia mundial, embora reconheça que ainda haja algumas “fragilidades”, como o alto grau de endividamento público e privado nos países ricos e a disparada dos preços do petróleo.

“Os últimos anos foram extremamente difíceis em muitos lugares do mundo. Nesses últimos meses, a situação chegou a ficar sinistra”, disse Lagarde. Mas, disse a chefe do FMI, "a situação dos mercados começa a melhorar assim como os indicadores econômicos, incluindo nos Estados Unidos", maior economia do planeta.

Para a China, Lagarde mandou uma mensagem clara: é preciso "continuar reorientando os motores do crescimento econômico, os investimentos e as exportações para o consumo interno", com o objetivo de compartilhar os frutos do crescimento com a população chinesa e com as demais economias do globo. O vice-premiê chinês Li Keqiang, deve substituir o primeiro-ministro Wen Jiabao, concordou com a diretora do FMI e insistiu na necessidade de reequilibrar o crescimento da China para uma demanda interna maior.

Uma propostas de Li Keqiang lançada durante o encontro é utilizar os programas de ajuda social como vetores do crescimento. A iniciativa conta com o respaldo do secretário-geral da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), Angel Gurria. Para ele, o aumento dos gastos em programas de benefício social levariam a população chinesa a “consumir mais e economizar menos”, dando um novo alento para a economia do país.

 

 

 

 

 

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