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Chipre/União Europeia

Em plena crise, Chipre assume presidência da União Europeia

O presidente do Chipre, Demetris Christofias, considera que uma ajuda financeira não vai frear o crescimento do país.
O presidente do Chipre, Demetris Christofias, considera que uma ajuda financeira não vai frear o crescimento do país. Reuters/Sebastien Pirlet
2 min

A partir deste 1° de julho, Chipre assume a presidência rotativa do bloco por seis meses. Mergulhado em uma crise econômica sem igual, o país terá o difícil desafio de impedir que a zona do euro mergulhe num caos financeiro. Chipre acaba de pedir ajuda à União Europeia e ao Fundo Monetário Internacional para os seus bancos. A situação será avaliada nesta semana.

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Membro da zona do euro desde janeiro de 2008, Chipre assume a liderança do bloco europeu em um contexto complexo. O país deverá organizar os debates sobre o orçamento europeu para os próximos sete anos, ao mesmo tempo em que luta para a sua própria economia não desabar.

Os analistas econômicos consideram que é embaraçoso para um país assumir o cargo e, ao mesmo tempo, pedir dinheiro aos seus parceiros.

Chipre, terceira menor economia da zona do euro (0,0015% do PIB), poderia precisar de até 10 bilhões de euros para se estabilizar. Os dois principais bancos cipriotas, Marfin Popular Bank e Bank of Cyprus, precisam de uma recapitalização mínima de 2,3 bilhões de euros. Em troca, Chipre teria que mergulhar em uma cura de austeridade severa, o que poderia causar uma recessão.

O ministro das Finanças cipriota, Vassos Shiarly, vem tentando minimizar as consequências de ajuda externa para a população, afetada pela alta dos impostos e por uma taxa de desemprego de 10%.

 

 

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