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Imprensa francesa

Curiosity pode responder dúvida sobre vida fora da Terra

Engenheiros da NASA realizam inspeção no robô Curiosity, na Flórida.
Engenheiros da NASA realizam inspeção no robô Curiosity, na Flórida. REUTERS/NASA/JPL/

Depois de chegar à Marte, o robô Curiosity aterissou nas manchetes da imprensa francesa desta terça-feira. Os jornais revelam os detalhes da longa viagem do equipamento enviado pela NASA que poderá elucidar alguns mistérios do planeta vermelho.

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Ao posar ontem em Marte, o Curiosity poderá ajudar a reconstituir a história de um planeta onde talvez tenha existido água há mais de 4 bilhões de anos, escreve o Libération. Diante da complexidade da operação, esse início bem sucedido da missão representa uma vitória importante para a astrofísica e para o estudo comparativo entre os planetas. E para a Nasa também, explica o Libération, já que a exploração de Marte é a principal conexão da Agência com a opinião pública e os contribuientes americanos que pagam o programa espacial do país.

O Le Figaro conclui sua reportagem lembrando que o Curiosity faz parte de uma longa lista de robôs da NASA já enviados com sucesso ao planeta vermelho. E se tudo acontecer como previsto, escreve o Le Figaro, o equipamento de 900 quilos e do tamanho de um carro vai revolucionar nossa concepção do universo e responder a uma pergunta crucial: há vida além da Terra ? A resposta poderá vir dentro de algumas semanas, avisa o jornal.

O católico La Croix, dedica sua reportagem principal para informar que o aquecimento global está tornando mais acessível o acesso a recursos naturais. A rivalidade econômica entre os países está cada vez mais intensa especialmente na Groenlândia onde a calota polar derreteu quase 97%, afirma o jornal. No subsolo dessa imensa ilha pouco povoada existem pelo menos 14 tipos de "terras raras", ou seja, metais preciosos que são usados na produção de aparelhos de alta tecnologia. Futuramente, escreve La Croix, telefones celulares e até motores híbridos de carros terão um pouquinho da Groenlândia.

O Econômico Les Echos dedica sua manchete aos resultados semestriais publicados pelas empresas francesas que participam do índice CAC 40 da Bolsa de Valores e constatou que os resultados não foram tão ruins como previstos. A redução dos lucros foi de apenas 15%, em média, em relação ao mesmo período do ano anterior, informa o jornal. Muitos grupos aproveitaram a reação da economia americana e o dinamismo dos países emergentes, explica o Les Echos, mas as grandes empresas francesas continuam preocupadas com a crise europeia e a maioria prepara planos de economia, o que inclue medidas de redução de custos, cessão de ativos e demissões.

 

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