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Iraque

Comunidade internacional elogia novo governo do Iraque

O Parlamento do Iraque oficialmente nomeou Haider al-Abadi como novo primeiro-ministro do país.
O Parlamento do Iraque oficialmente nomeou Haider al-Abadi como novo primeiro-ministro do país. REUTERS/Hadi Mizban/Pool
Texto por: RFI
3 min

O Iraque conseguiu enfim formar um novo governo para enfrentar unido o grupo jihadista Estado Islâmico. O novo gabinete, apresentado pelo primeiro-ministro Haidar al-Abadi, conta com representantes de todas as comunidades do país.

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A nomeação pelo Parlamento aconteceu na noite de segunda-feira (8), prazo final para a votação. No entanto, alguns ministérios ainda estão vagos, como as pastas estratégicas do Interior e da Defesa. O primeiro-ministro iraquiano pediu um prazo de uma semana para escolher os nomes que faltam.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, saudou a aprovação da novo gabinete e afirmou que ela representa um "passo para a estabilidade política e a paz no Iraque". Mas ele pediu que todos os membros da equipe ministerial sejam confirmados o mais rápido possível.

O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, também declarou que o Iraque alcançou um grande marco na luta contra o Estado Islâmico ao conseguir formar um governo que promete amenizar as tensões sectárias no país. Na avaliação do chefe da diplomacia americana, o novo governo será o pilar de uma estratégia internacional para derrotar os radicais que ameaçam a unidade do territorial iraquiana.

O presidente iraniano, Hassan Rohani, também elogiou a formação do gabinete ministerial iraquiano. Em uma mensagem enviada ao premiê Haidar Al-Abadi, Rohani declarou : “Espero que, durante o seu mandato, a calma volte ao seu país”.

Plano dos EUA contra o Estado Islâmico

O presidente Barack Obama apresenta nesta terça-feira (9) aos líderes do congresso sua estratégia contra o Estado Islâmico. Há um mês, os Estados Unidos fazem ataques aéreos no norte do Iraque para tentar frear o avanço do grupo terrorista e proteger os interesses americanos no pais. Mas, depois da execução de dois jornalistas americanos pelos jihadistas, parlamentares americanos pedem uma ação mais ofensiva para acabar com o Estado Islâmico.

Segundo uma pesquisa de opinião, 75% dos americanos são a favor de ataques aéreos mais intensos contra o jihadistas e do aumento da ajuda militar às forças iraquianas. Mas a opinião pública é contra o envio de tropas americanas para combates em terra no Iraque.

O plano de ação americano contra o grupo terrorista será revelado amanhã por Obama em discurso pela TV. A data coincide com a véspera do aniversário dos atentados do 11 de setembro.

 

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