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Revista de Imprensa

Futuro de Bashar al-Assad discutido em Viena

Áudio 04:34
Capas dos jornais diários franceses de 30/10/15
Capas dos jornais diários franceses de 30/10/15 RFI
Por: João Matos
7 min

As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas mas ainda assim o clima é tratado na imprensa, como LE MONDE, muito céptico quanto à conferência de fins de novembro em paris.LE MONDE titula Clima: a batalha perdida dos 2 graus centígrados. A um mês da conferência mundial a ONU previne que os compromisos dos estados contra o aquecimento são insuficientes. A subida das temperaturas poderia atingir os 2.7 graus centígrados, ou mesmo 3 graus centígrados, o que vai para lá do objecitvo de um acordo limitado aos 2 graus centígrados, defendido pela COP 21. Já para o LIBERATION, no imaginário colectivo, a mudança climática é um um urso branco à deriva lá para os lados dos atolos inundados do Pacífico. 25 por cento dos francees ignoram, no entanto, as consequências das alterações climáticas aqui em França, segundo um relatório do comissariado geral do desenvolvimento sustentável.LE FIGARO, por seu lado, faz a sua capa com a Síria: as grandes potências discutem o futuro de Assad. O Irão, aliado de Damasco participa pela primeira vez nas discurssões diplomáticas, em Viena, par tentar encontrar uma saída ao conflito sírio. Mas o obstáculo continua a ser o Presidente sírio Bashar al-Assad, com Moscovo e Teerão, defendendo que ele deve continuar no poder, enquanto as capitais ocidentais e seus aliados sunitas querem a sua demissão.Em relação à África, LA CROIX, dá relevo ao Egipto onde quotas permitirão aos coptas entrar no Parlamento. Pelo menos 24 cristãos coptas poderão ser eleitos o que será uma pequena revolução apoiada pelas igrejas que esperam que os cristãos passarão a ser no futuro eleitos por quotas, num escrutinio que decorre desde o dia 17 de outubro até 2 de dezembro. Por fim, LIBERATION, destaca John Magufuli, um novo presidente contestado na Tanzânia. Candidato do Partido no poder, foi eleito com 58,47 por cento dos votos.  Mas o seu principal concorrente, Edward Lowassa, recusou aceitar os resultados, acusando a comissão eleitoral de ter falsificado os números. Uma contestação que, no entanto, nao provocou distúrbios no país, acrescenta LIBERATION.

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