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Israel

PM de Israel, Netanyahu, reivindica vitória nas eleições legislativas

Benjamin Netanyahu, acompanhado da esposa Sara Netanyahu, reivindicando vitória nas eleições legislativas
Benjamin Netanyahu, acompanhado da esposa Sara Netanyahu, reivindicando vitória nas eleições legislativas AFP
Texto por: João Matos
4 min

Apesar de estar acusado de corrupção e ir a julgamento, ainda este mês, o primeiro ministro cessante, de Israel, Benjamin Netanyahu, está em vias de ganhar as eleições legislativas de ontem. Aliás, Netanyahu, reivindicou, logo ontem à noite, uma "grande vitória", mesmo se não conseguirá uma maioria absoluta, tendo em conta, que contados 90% dos votos, o seu partido Likud e aliados, ficariam com 58 lugares no Parlamento, que conta com 120 deputados.

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O primeiro ministro israelita, Benjamin Netanyahu e o seu partido Likud mais aliados, são dados como vencedores das eleições legislativas de ontem após 90% dos votos contados.

Mas volta-se a repetir o cenário  de há menos de um ano, com o partido Likud e coligação a não conseguir uma maioria absoluta, pois, ficariam com 29,3% dos votos o que representa 58 lugares no parlamento de um total de 120 deputados.

Por seu lado, Benny Gantz e o seu partido Azul e Branco, conseguiriam 26,3% dos votos, representando 35 eleitos.

O primeiro ministro, Netanyahu, reivindicou desde ontem à noite uma "grande vitória" nestas legislativas cujos resultados muito relativos vão manter o país na paralisia institucional.

Mas, estes resultados, ilustram também a capacidade de resistência de Netanyahu, após as eleições de abril e setembro, em que não obteve maioria absoluta.

No poder desde 2009, após uma primeira experiência à frente do governo a partir de 1996, o primeiro ministro cessante, fez uma campanha dura, com a mente habitada pela sombra do seu julgamento ainda este mês acusado de corrupção.

Se Netanyahu conseguir um quinto mandato à frente do governo sabendo que já tem 70 anos poderá querer cumprir a sua promessa de anexar os colonatos judeus de Cisjordânia no quadro do plano de paz para o Médio oriente arquitectado pelo presidente americano, Donald Trump.

Durante a campanha, Netanyahu matraqueou o seu eleitorado com o slogan “segurança em primeiro lugar” defendido igualmente pelos seus parceiros religiosos e conservadores duma possível coligação governamental.

 

 

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