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Mundo

Presidentes europeus e africanos querem redução da dívida de países africanos

G7 e G20 abertos a reduzir dívida de países africanos, posição defendida por presidentes africanos como João Lourenço e europeus como Emmanuel Macron, no Financial Times
G7 e G20 abertos a reduzir dívida de países africanos, posição defendida por presidentes africanos como João Lourenço e europeus como Emmanuel Macron, no Financial Times AFP/Jekesai Njikizana
Texto por: João Matos
4 min

"Só uma vitória mundial que inclua inteiramente a África pode pôr fim a esta pandemia", escrevem Presidentes e chefes de governo europeus e africanos, entre os quais Emmanuel Macron e João Lourenço, numa carta aberta publicada ontem no jornal britânico, Financial Times. Os dirigentes europeus e africanos pedem uma redução e um plano de relançamento para ajudar o continente africano. 

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18 Presidentes e chefes de governo europeus e africanos apelaram a uma redução da dívida dos países africanos e a um plano de relançamento de cerca de 100 mil milhões de dólares para ajudar o continente africano.

"Só uma vitória mundial que inclua inteiramente a África pode pôr fim a esta pandemia", resumem os dirigentes de países europeus como o Presidente francês, Macron ou o primeiro ministro português, António Costa, mas também presidentes africanos, como João Lourenço, de Angola, do Quénia ou da  Etiópia, numa carta aberta publicada ontem no jornal britânico, Financial Times.

"Devemos intaurar uma moratória imediata sobre todos os pagamentos de dívidas bilateral ou multilateral, pública e privada, até o desaparecimento desta pandemia", sublinham os presidentes e chefes de governo no Financial Times.

G7 e G20 no mesmo barco para ajudar o continente africano

Entretanto, a Arábia saudita recebia uma reunião virtual com os ministros das Finanças do G20 e os directores dos Bancos centrais, sobre os receios duma recessão por causa da pandemia do coronavírus e analisar  apelos de países africanos para anular suas dívidas.

Isto depois de ontem o grupo G7 ter dito estar aberto a fazer uma pausa na cobrança do serviço das dívidas contraídas pelos países mais pobres, a fim de os ajudar a lutar contra a pandemia do Covid-19, com a condição que o G20 dê o seu acordo.

Líderes europeus e africanos advogam acção conjunta

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