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Revista de Imprensa

Demissão do PM francês do Presidente Macron que anuncia novo rumo

Áudio 04:18
Macron separa-se de Édouard Philippe. O PM apresentou hoje a sua demissão
Macron separa-se de Édouard Philippe. O PM apresentou hoje a sua demissão © MIGUEL MEDINA / AFP
Por: João Matos

Abrimos com LE MONDE que titula, Macron separa-se de Édouard Philippe. O primeiro ministro apresentou hoje a sua demissão e não será renomeado nas funções. Com a saída de Édouard Philippe, o chefe de Estado vira uma página que durou 3 anos. 

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Numa entrevista à imprensa regional, Macron, disse que ia formar uma nova equipa para os próximos dois anos do seu mandato. Ao apresentar as grandes linhas do novo caminho que pretende seguir para relançar o país, Macron advertiu que o novo ano político será difícil e que temos que nos preparar, acrescenta, LE MONDE.

Macron quer manter a rota do seu mandato, replica em título, LE FIGARO. Foi o último acto hoje do mandato com Macron a querer um novo caminho que almeja traçar até 2022. Na entrevista à imprensa reigional tira lições da epidemia do coronavírus e adverte que o ano será difícil no plano económico, sublinha, LE FIGARO. 

Por seu lado, L'HUMANITÉ, titula sobre a escola que já está sob pressão antes mesmo do novo ano lectivo. O encerramento, a continuidade pedagógica e depois o desconfinamento caótico agravaram as falhas do sistema. Um sistema que tem de ser repensado para continuar a assumir a sua missão de educar os  nossos filhos.

No seu editorial intitulado pedido de renovação, L'HUMANITÉ, nota no tocante ao vector económico que os detentores do capital desdobram-se em esforços para golpear o mundo do trabalho numa altura em que a sociedade é convidada a reflectir sobre o seu futuro por causa da crise sanitária.   

No internacional, LE MONDE, destaca a conivência entre a chanceler alemã, Angela Merkel e a presidente da Comissao europeia, Von der Leyen que querem lançar um plano de recuperação económica europeia já a partir deste verão. As duas dirigentes têm o mesmo objectivo que é de fazer tudo para que seja aprovado o plano de 750 mil milhões de euros lançado pela Comissão europeia em maio  inspirando-se do plano proposto pela França e Alemanha, acrescenta, LE MONDE.

Sistema totalitário chinês alargado a Hong Kong 

Hong Kong, o medo, é o título, do LIBÉRATION. Centenas de prisões e uma redução drástica das liberdades, com a entrada em vigor na terça-feira da nova lei de segurança imposta pelo partido comunista chinês, matando assim o princípio de um país, dois sistemas estendo assim ao arquipélago o sistema totalitário chinês. É uma viragem histórica pondo fim à autonomia do território de Hong Kong em relação a Pequim, nota, LIBÉRATION. 

Santa Sofia o combate de Erdogan, é o título do jornal, LA CROIX. A Justiça estudou ontem a reconversão em mesquita da antiga basílica respondendo a um pedido de longa data do presidente turco. É o sonho de Erdogan que quer mudar o estatuto da basílica e apagar a herança laica de Mustafá Kemal. O Supremo tribunal administrativo deve dar a sua decisão dentro de 15 anos, sobre esta questão religiosa explosiva, sabendo que a basílica de Santa Sofia foi no passado uma mesquita e tem sido agora um museu, nota, LA CROIX.  

Em relaçao à Áftrica, LE MONDE, destaca a morte de um  cantor oromo põe a Etiópia a ferro e fogo. Cerca de 100 pessoas foram mortas após o assassínio de Hachalu Hundessa.

Era um cantor mlitante numa Etiópia impaciente de sair do sistema do autoritário e esgotado. Mas também um intérprete que cantava a música mais bela e pura do país ou do desejo do povo oromo de querer um novo destino para a Etiópia. Hachalu Hundessa, foi assassinado aos 34 anos na segunda-feira em Adis Abeba. Desde então a sua região Oromia entrou em convulsão e ainda ontem dia do seu enterro ficou marcado pela violência, acrescenta, LE MONDE.  

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