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Revista de Imprensa

Elisabeth Moreno, ministra delegada em França continua na imprensa francesa

Áudio 04:04
Elisabeth Moreno, continua na imprensa francesa
Elisabeth Moreno, continua na imprensa francesa © João Matos
Por: João Matos
8 min

Abrimos com LE MONDE a titular, o Planeta continua sob ameaça aguda de Covid. Na política francesa, Elisabeth Moreno, jovem ministra delegada de origem caboverdiana continua na imprensa. 

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Abrimos com LE MONDE a titular, o Planeta continua sob ameaça aguda do Covid. A Organização mundial da saúde advertiu que há uma aceleração da epidemia e ainda não atingimos o pico da pandemia. Nos Estados Unidos há uma explosão do número de contaminações.

Apesar desta situação alarmante, uma parte da população recusa adoptar medidas restritivas.

Na India o governo mostra-se optimista mas os peritos duvidam. O país conta com mais de 767.000, casos de covid-19 enquanto várias cidades voltam a adoptar o confinamento. 

Na terça-feira, a OMS reconheceu que a transmissão do vírus através do ar  não podia ser excluída o que constituíria um modo de contágioo suplementar. Em  França o infecciologista, Jean-François Delfraissy, mostrou-se preocupado com  a postura do não respeito das indicações pra combater a epidemia, acrescenta, LE MONDE.

LIBÉRATION, faz o seu título, os franceses perdem os bons gestos perante  a epidemia. A França sai amanhã do estado de calamidade sanitária mas o presidente do conselho científico, Jean-François Delfraissy, apela à prudência diante do risco de uma segunda onda durante o outono. 

Elisabeth Moreno, na Assembleia nacional e na imprensa

Nas suas páginas interiores, LIBÉRATION, publica a foto da jovem ministra delegada para a Igualdade entre homens e mulheres e Diversidade, Elisabeth Moreno, que na Assembleia nacional imprimia a sua marca desarmando a audiência ao lançar um "bom dia a todos e a todas. Estou habituada a ver-vos na televisão mas estar aqui convosco parece-me ser algo de mágico. Olhos nos olhos são mais lindos e lindas."     

Por seu lado, LE FIGARO, refere-se a Trump que bate com a porta da OMS. Os Estados Unidos confirmaram oficialmente que abandonam a organização mundial da Saúde, a partir de 6 de julho de 2021, privando assim a organização de 15% do seu orçamento, a sua maior contribuição, que é americana e de 400 milhões de dólares.

Mas o principal titulo do FIGARO, vai para polícia, em França, como Darmin quer repor a confiança. Desde que chegou ao ministério o ministro multiplica deslocações e consultas. Num contexto de tensão ele sabe que poucos dias para reatar as relações com a ua tropa. Assim visitou as sedes das polícias da ordem e de segurança, lugares simbólicos aos olhos das forças da ordem, nota, LE FIGARO. 

Por seu lado, L'HUMANITÉ, titula, Airbus, eles dizem não à queda social. De Toulouse a Hamburgo, mais de 15.000 empregados, mobilizaram-se contra o plano de despedimentos da empresa.    

Colonialismo, o despertar das memórias é o título do jornal LA CROIX. As recentes degradações de estátuas ligadas ao colonialismo relançam o debate sobre a maneira como os europeus olham o passado. a relação duma nação com o seu passado colonial é vista diferentemente entre os países euiropeus.

Em França, ela é estudada na escola e largamente discutida. No Reino Unido as resistências são mais vivas que na Bélgica, onde o país decidiu esclarecer esse período da sua história. 

Em África, onde numerosos países celebram o seu 60° aniversário de independência, na Costa do Marfim, a herança da colonização não monopoliza esse debate, nota, LA CROIX. 

Sobre o continente africana, LE MONDE, destaca a morte do delfim de Uatara, na Costa do Marfim. O primeiro ministro Amadou Gon Coullibaly, morreu duma crise cardíaca,  a quatro meses das eleições presidenciais.

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