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Revista de Imprensa

Governo francês teme recrudescimento do coronavírus com uma segunda onda

Áudio 04:18
Um conselho de defesa deve reunir-se amanhã no Eliseu na perspectiva de arquitectar novas medidas reforçando a luta contra o coronavírus.
Um conselho de defesa deve reunir-se amanhã no Eliseu na perspectiva de arquitectar novas medidas reforçando a luta contra o coronavírus. © Siegfried Forster / RFI
Por: João Matos
9 min

Abrimos esta revista de imprensascom LE MONDE a titular, Covid-19, o executivo prepara-se para uma segunda onda. Um conselho de defesa deve reunir-se amanhã no Eliseu na perspectiva de arquitectar novas medidas reforçando a luta contra a doença.  

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Com estatísticas mostrando que há um recrudescimento da circulação do vírus, as autoridades receiam um regresso descontrolado da epidemia, escreve LE MONDE. 

Um conselho de defesa deve reunir-se amanhã no Eliseu na perspectiva de arquitectar novas medidas reforçando a luta contra a doença. Os centros de rastreio estão activos em permanência, mas há um afrouxamento da população nomeadamente nas zonas turísticas, nota, LE MONDE.

Um vírus que sabemos melhor combater, titula, LA CROIX. Numerosos indicadores tem de ser tidos em conta para medir a mortalidade relacionada com a Covid-19 que está globalmente em baixa desde o começo da pandemia.

No seu editorial intitulado temos que viver com o vírus, o jornal lamenta exclamando! e dizer que acreditámos,  que bastaria algumas semanas de confinamento para em seguida retomarmos a normalidade das nossas vidas... a realidade é que no limiar do desconfinamento, o mais difícil está por fazer.  

Eric Dupont Moretti, quase que não é Ministro. Fulminante nos tribunais, o advogado tornou-se Ministro mas adopta uma posição humilde. Grande orador temido, nas vestes de ministro da justiça parece ter metido água no copo de vinho das suas convicções e para lá da hostilidade da magistratura os seus primeiros passos como ministro são caóticos desiludindo muita gente.

Separatismo, quando Macron imita Sarkozy, é o título do l'HUMANITÉ. Trazendo de volta o jogo da identidade nacional, o chefe de Estado quer privilegiar os temas da extrema direita.

Líbano corroído pela bancarrota e uma inflação dos preços

A nível interncional, LE FIGARO, titula, Líbano a descida aos infernos. Corrorído pela bancarrota e uma inflação dos preços o país está mergulhado na miséria e depressão. Incapaz de repor a confiança o Estado está em falência. A miséria força crianças a abandonar a escola para procurar um trabalho.

Há 7 meses que Yahya de 15 anos, abandonou a escola para trabalhar na oficina de mecânica do pai. Ele diz ser temporário, mas é interrompido pelo pai, que afirma que as crianças que interrompem os estudos não regressam à escola. É a voz da experiência que fala pois o homem está há 12 anos fazendo pequenos trabalhos para sobreviver, nota, LE FIGARO. 

LE MONDE destaca Washington que adopta a linha dura contra Pequim. A degradação das relações entre os Estados e a China acelerou com Washington a encerrar o consulado chinês em Houston, uma medida inédita desde 1979. O consulado de Houston, no Texas é um dos 5 consulados chineses no território americano. 

A reacção chinesa não tardou com um porta-voz do ministério chinês dos negócios estrangeiros, Wang Wenbin, a declarar que "a decisão unilateral dos Estados Unidos era uma escalada sem precedentes na recentes medidas tomadas pelos Estados Unidos contra a China".

Do seu lado lado Washington respondeu com o porta-voz do departamento de estado Morgan Ortagus a dizre que tinha justificação a decisão americana para proteger a propriedade intelectual americana e informações privadas dos americanos, acrescenta, LE MONDE.

Em relação à África, LA CROIX, dá conta de 13 marinheiros russos e ucranianos raptados no dia 17 de julho ao largo do Benim, muito provavelmente por piratas nigerianos. Mais um incidente idêntico a muitos outros numa zona onde a pirataria marítima aumenta. 

Este tipo de ataques é cada vez mais frequente na costa atlântica de África. Os piratas raptam  os marinheiros que são conduzidos para terra e depois reclamam uma recompensa.

No caso os 13 marinheiros russos e ucranianos, foram raptados sem dúvida por grupos armados da Nigéria, país destabilizado há 10 anos por grupos terroristas. Os piratas ainda não contactaram a companhia proprietária do barco, segundo uma alta patente da marinha nigeriana, sublinhando nao saber para onde os reféns foram levados, acrescenta, LA CROIX. 

 

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