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Revista de Imprensa

Desmoronamento histórico da economia francesa devido ao coronavírus

Desmoronamento histórico da economia francesa. 
Desmoronamento histórico da economia francesa.  © João Matos
Por: João Matos
5 min

Abrimos com LE MONDE, a titular desmoronamento histórico da economia francesa. Também os Estados Unidos sofrem o mesmo fenómeno de um abrandamento económico histórico, assim como toda a zona euro.  

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Abrimos com LE MONDE, a titular desmoronamento histórico da economia francesa. O produto interno bruto, PIB, recuou 13,8% no segundo trimestre deste ano, segundo os dados do Instituto nacional de estatíticas tornados publicos esta sexta-feira. 

Esta percentagem é devido à queda do consumo dos agregados famiçliares duranted a pandemia do coronavírus. Também os Estados Unidos sofrem o mesmo fenómeno de um abrandamento económico histórico, assim como toda a zona euro.

Contudo, a economia cresceu no mês de maio enquanto se espera pelo plano de relançamento económico para o mês de agosto, nota, LE MONDE. 

Por seu lado, LIBÉRATION, faz o seu título perguntando se não é tempo de renacionalizar a companhia Air France? Mergulhada numa crise profunda por causa do covid 19 e o marasmo do sector aéreo, a companhia acaba de anunciar perdas de 4 mil milhões de euros no primeiro semestre não estando em condições de reembolsar 7 mil milhões de euros de empréstimos garantidos pela Estado, acrescenta, LIBÉRATION.

LE FIGARO titula, máscaras, testes...e as estranhas férias de verão dos franceses sem visibilidade sobre a evolução da epidemia, os franceses escolheram ficar em França e adaptaram suas férias aos balanços sanitários. Os franceses preferem passar as férias no país e levam com eles gel, hidro álcool para ficarem tranquilizados.

Aqueles que foram para as praias do sul como Bayonne, levaram com eles máscaras para as deslocações, acrescenta, LE FIGARO. 

Covid-19 para quando uma vacina para todos?, pergunta em título L'HUMANITÉ. Mesmo se há um avanço nas pesquisas ainda ninguém está em condições de dizer quem dela vai beneficar ou o que se passa com a sua inoculação. Os cientistas estão mobilizados, milhões de euros foram colocados em cima da mesa. 

Há uma corrida desenfreada para verem quem descobrirá a vacina anti-covid-19, mas ninguém sabe  se haverá uma ou várias vacinas e se beneficiarão a toda a gente, sublinha, L'HUMANITÉ.

No internacional, LE MONDE, dá relevo a Hong Kong e o afastamento  de 12 candidatos da oposição. Efectivamente, enquanto várias fontes citadas na imprensa faltam da possibilidade de um adiamento das eleições legislativas previstas para 6 de setembro, cerca de uma dúzia de figuras da oposição souberam ontem que as suas candidaturas não foram aceites.

Dennis Kwog, de 42 anos, um dos deputados mais influentes no panorama político de Hong Kong, disse que se trata de uma decisão puramente política camuflada numa linguagem jurídica inexistente, nota, LE MONDE.

Por seu lado, LA CROIX, escreve que após a desqualificação de 12  candidatos da oposição, Pequim decidiu pura e simplesmente adiar as legislativas invocando riscos sanitários que não convencem ninguém em Hong Kong. Esta decisão não contribuirá para apaziguar os ânimos e melhorar gerir a crise política há mais de um ano em Hong Kong. 

Mas o título do LA CROIX, vai para os Estados Unidos, crise sanitária e tempestade política. O coronavírus ameaça abertamente a realização das presidenciais de novembro.

Com a Flórida submergida pelo covid 19, o presidente Trump aproveita para sugerir o adiamento das eleições presidenciais argumentando que pode haver riscos de fraudes relacionadas com o voto por correspondência por causa da pandemia do covid 19. Dúvidas sobre a legitimidade da votação de 3 de novembro deita abaixo a confiança dos americanos no sistema, nota LE CROIX.   

Por seu lado, LE FIGARO, escreve, que em plena dificuldade eleitoral o Presidente Trump evoca o adiamento das eleições presidenciais de novembro. Trump pergunta na sua conta Twitter, se não seria preferível adiar as eleições até que as pessoas possam votar normalmente e sem riscos por causa do coronavírus. Uma pergunta que provoca reeacções negativas já que a data de 3 de novembro já não pode ser alternada, nota, LE FIGARO.

Enfim, sobre o continente africano, L'HUMANITÉ refere-se ainda ao coronavírus  e o exemplo da África do sul que mostra uma via diferente da predação do grande grupo framacêutico, Big Pharma. África do sul receia a sacrossanta protecção de segredos comerciais impeçam a partilha de informações e conhecimentos e métodos de fabricação de vacinas em particular.

Os sul-africanos consideram que o segredo comercial que protege a ganância dos grupos farmacêuticos não deve fugir ao controlo dos estados, nota, L'HUMANITÉ.

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