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Imprensa Semanal

Braço de ferro entre os presidentes chinês, Xi Jinping e americano, Donald Trump

Áudio 04:04
Braço de ferro entre presidentes chinês, Xi Jinping e americano, Donald Trump
Braço de ferro entre presidentes chinês, Xi Jinping e americano, Donald Trump © João Matos
Por: João Matos
8 min

Abrimos esta Imprensa semanal, com LE POINT, que faz a sua capa, com dois rostos, Xi Jinping e Trump, China e Estados Unidos, até onde irão? Em termos militares, os Estados Unidos dispoem de 11 porta-aviões e a China 1, os Estados Unidos, têm 67 submarinos e a China 59, os americanos têm 2 473 aviões e os chineses 2 798 aviões.  

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Entre Pequim e Washington, a hora é de guerra fria  2.0. O confronto entre os 2 gigantes marcará o nosso século, como o século XX foi marcado pela guerra fria entre os Estados Unidos e a União soviética. Desde que a China se tornou uma potência mundial de primeiro plano, Xi Jinping, adoptou uma postura cada vez mais agressiva.

Do outro lado, o presidente americano, Donald Trump, é tanto o fruto como o catalizador da tensão. A guerra comercial que desencadeou contra Pequim,  e a sua postura proteccionista e unilateral alimentaram o conflito. A pandemia de coronavírus que surgiu em fins de 2019 em Wuhan fez aumentar o ponto de incandescência. 

Colocados na balança do equilíbrio de potência, os Estados Unidos têm uma população de 330 milhões de habitantes, a China tem 1 394 milhões de habitantes. O PIB dos Estados Unidos é de 21 428 milhões de dólares, ao passo que o da China é de 14 343 milhões de dólares. 

Em termos militares, os Estados Unidos dispoem de 11 porta-aviões e a China 1, os Estados Unidos, têm 67 submarinos e a China 59, os americanos têm 2 473 aviões e os chineses 2 798 aviões. Os Estados Unidos dispoem de 1 313 00 mil soldados e a China, 1 580 000 mil tropas.

Enfim, os americanos têm um orçamento militar de 718 mil milhões de dólares, ao passo que as despesas mililtares da China sãode 267 mil milhões de dólares, nota, LE POINT.

África resiliente frente à pandemia de coronavírus

O  mesmo semanário, dedica um dos seus editoriais à África resiliente. Se a pandemia de Covid-19 provoca um choque sanitário em certos países, o continente africano está bem na foto.

A União africana sai reforçada desta crise. Em fins de julho o continente africano só tinha 900 000 casos e 19 000 mil mortos para 1,200 milhões de habitantes. Ora os sistemas de saúde são insuficientes porque o continente só dispoe de 2 000 respiradores e de um punhado de camas de reanimação. 

Para a Europa, a África constitui uma aposta vital tanto em termos de crescimento potencial, de demografia, 2,5 mil milhões de africanos para 530 milhões de europeus em 2050, como em termos de segurança quer se trate do jiadismo quer se trate do cerco pelas democracias autoritárias russa, chinesa e turca, nota, LE POINT.

Enfim, JEUNE AFRIQUE, destaca na sua versão online, a Costa do Marfim, onde, habitualmente, a oposição está dividida, desta vez encontrou um motivo de união, que é a rejeição da candidatura do Presidente Ouattara às presidenciais de outubro.

"Um terceiro mandato é ilegal", dizia já antes do anúncio presidencial, o antigo chefe de Estado, Henri Konan Bédié, o líder do Partido democrático da Costa do Marfim, que também é candidato. 

O PDCI considera que a candidatura de Ouattara é inconstitucional. Porque é a própria Constituição que proíbe um terceiro mandato", afirma outro dirigente marfinense da oposição, Jean-Louis Billon.

Mas este ex-ministro do comércio quando o seu partido PDCI, fazia parte da União dos huphouetistas para a democracia e a paz, sublinha não ter ficado supreendido com o anúncio da candidatura às presidenciais de Outubro do presidente Ouattara, acrescenta, JEUNE AFRIQUE.

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