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França

França chora a morte dos 6 jovens franceses humanitários no Níger

França chora a morte dos 6 franceses humanitários no Níger. Na foto o PM, Jean Castex ladeado de 2 dos seus ministros
França chora a morte dos 6 franceses humanitários no Níger. Na foto o PM, Jean Castex ladeado de 2 dos seus ministros REUTERS - POOL
Texto por: Ponte
4 min

O primeiro ministro francês, Jean Castex, prestou hoje homenagem ao cair da tarde no aeroporto de Orly, aos 6 jovens franceses humanitários assassinados, no domingo, no  Níger, por terroristas jiadistas. Os investigadores franceses divulgam amanhã o seu relatório dos trabalhos efectuados no Níger.  

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 "A França inteira está de luto" declarou o primeiro ministro francês, Jean Castex, por ocasião duma cerimónia de homenagem ao cair da tarde aos 6 jovens franceses humanitários assassinados no domingo, no  Níger, frente aos seus caixões colocados lado a lado no aeroporto de Orly, nos arredores de Paris.

Myriam, Stella, Nadifa, Charline, Antonin e Léo "tinham entre 25 e 31 anos eram jovens generosos e brilhantes", sublinhou com a voz embargada o primeiro ministro, Jean Castex, na presença de familiares das vítimas.

"Nao eram soldados, mas encontraram a "encarnação do mal", disse Jean Castex no seu discurso de homenagem. 

Primeiro-ministro francês Jean Castex

"Só o Mal pode preparar uma emboscada a inocentes! So o mal pode disparar a sangue frio e a uma distância tão curta contra mulhres e homens que estavam no Níger com o objectivo de ajudar populações em dificuldade extrema.

"Só o Mal pode odiar a a generosidade! Esta encarnação do mal, a França conhece-a infelizmente muito bem pois já a viu de perto. 

"Cada vez o Mal adoptou nomes e rostos diferentes mas persegue sempre as mesmas vítimas com esta mesma sanha cega e com o mesmo objectivo, atacar inocentes para nos atingir nas nossas conviccões, nos nossos valores, assim como na nossa maneira de viver, semeando o terror e a morte." 

De notar que a maioria dos 6 humanitários franceses trabalhava para a ONG, Acted, que decidiu suspender temporariamente  as suas operações no Níger.

Enfim, os 11 investigadores franceses da segurança interna, da sub-direcção antiterrorista e da políca científica, enviados ao Níger para fazer um inquérito sobre as condições das mortes já regressaram e devem divulgar amanhã o seu relatório dos trabalhos. 

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