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Imprensa Semanal

Berlusconi e o populismo europeu ou redes sociais ameaçam democracia

Áudio 04:11
Imprensa francesa de 22/08/2020
Imprensa francesa de 22/08/2020 © João Matos
Por: João Matos
8 min

Abrimos esta Imprensa francesa com COURRIER INTERNATIONAL, que faz a sua capa com as redes sociais prejudicam a democracia. Assistimos hoje a um novo dado da Internet social que vai mais longe do que as promessas de abertura, de conectividade e de inclusão, pondo em perigo as nossas liberdades.

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Berlusconi afirma estar muito preocupado com o futuro do seu país. Perante a pujança de formações extremistas mesmo os seus inimigos políticos vêem com bons olhos o regresso à política de Berlusconi,que depois de ter inoculado o veneno populista na política italiana, se tornou mais dócil, nota L'EXPRESS. 

COURRIER INTERNATIONAL, faz a sua capa com as redes sociais que prejudicam a democracia. Facebook, TikTok, Twitter, WhatsApp, WeChat… estou no centro da actualidade deste verão. Depois dos patrões dos GAFA terem sido ouvido em julho pela Câmara dos representantes dos Estados Unidos, agora, as redes sociais encontram-se cada vez mais no centro de batalhas políticas, logo, geopolíticas, que desequilibram grandemente quando não as falsifica. 

Assistimos hoje a um dado novo da Internet social que vão mais longe do que as promessas de abertura, de conectividade e de inclusão, escreve o jornal inglês The Guardian, pelo COURRIER INTERNATIONAL, sobre as derivas de WhatsApp, enquanto TikTok e WeChat atrairam todas as atenções nos últimos tempos tornando-se símbolos  das tensões entre Washington e Pequim.

Os apoiantes extremistas de Donald Trump que criaram um site TheDonald.win, no WhatsApp, fazem uma propaganda desenfreada a favor da vitória do actual presidente candidato às presidencias de 3 de novembro.

WhatsApp, Facebook e YouTube, constituem um dos principais vectores desta teoria de conspiração, pelo que se torna importante conhecer a influência destas redes sociais nas nossas democracias, sabendo que tiveram um papel importante nas eleições presidenciais americanas de 2016, acrescenta, COURRIER INTERNATIONAL.

LE POINT, os últimos dias de Hong Kong. Multiplicam-se prisões de opositores com base em acusações de serem agentes de forças estrangeiras. Depois do desmantelamento da autonomia da colónica britânica que Pequim tinha prometido respeitar durante meio século, depois da retrocessão, os Estados Unidos puseram fim ao estatuto especial de Hong Kong que facilitava o acesso ao mercado americano  às empresas de Hong Kong.

Londres abre portas a detentores de passaporte britânico de Hong Kong

Londres escancara as suas portas aos detentores de passaporte britânico da antiga colónia. Para Pequim, o campo democrático de Hong Kong, tornou-se culpado por ter apelado a comunidade internacional aatacar os intereses chineses. Assim, com a adopção da nova lei de segurança chinesa teme-se o pior para os residentes de Hong Kohng, Joshua Wong, um dos líderes do movimento democrático, pergunta, desiludido, no magazine LE POINT, se o mundo os vai defender?   

Por seu lado, L'OBS, faz a sua capa com a amizade tão forte como o amor. Este sentimento que nos faz iver quando tudo vacila é tão intenso, tão tão complexo e tão rico que o amor. Certas amizades são fulgurantes. São amizades que podem durar toda uma vida e permaneceram depois da morte, nota, L'OBS.

Sobre o continente africano, L'EXPRESS, online, refere-se à Líbia, onde as autoridades rivais anunciam eleições e um cessar fogo. A ONU saudou essa concórdia entre os rivais líbios assim como o presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sissi.

As autoridades rivais líbias anunciaram separadamente esta sexta-feira a organização de eleições proximamente e o fim de todos os combates na Líbia, L'EXPRESS on line. 

Também, a JEUNE AFRIQUE online, destaca que as autoridades rivais líbias anunciaram eleições e uma cessação dos combates. Uma esperança para o país mergulhado no conflito desde a queda de Kadhafi em 2011. Enfim, é o regresso da paz na Líbia? Em todo o caso temos o anúncio do acordo quando a internacionalização crescente do conflito deixava temer uma intensificação dos combates, nota, JEUNE AFRIQUE.

 

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