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Covid-19

Covid-19: seis meses de pandemia e mais de 910 mil mortos

A 11 de Março de 2020 a OMS declarou a situação da covid-19 de “pandemia”.
A 11 de Março de 2020 a OMS declarou a situação da covid-19 de “pandemia”. REUTERS - CHRISTIAN HARTMANN
Texto por: Cristiana Soares com AFP
4 min

Há seis meses a Organização Mundial de Saúde declarou a situação da covid-19 de “pandemia”. Em meio ano o novo coronavírus tirou a vida a mais de 910.000 pessoas em todo o mundo. Seis meses depois o aumento do número de infectados volta a preocupar as autoridades.

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A 11 de Março de 2020 a OMS declarou a situação da covid-19 de “pandemia”. Em seis meses o novo coronavírus tirou a vida a mais de 910.000 pessoas num universo de 28,2 milhões de casos confirmados em todo o mundo.

Em meio ano a pandemia da Covid-19 semeou o medo e forçou populações e governos a medidas extremas. Confinamento, encerramento de escolas e estabelecimentos comerciais, economias à beira do abismo, quarentenas, máscara obrigatória em todo o lado.

Seis meses depois a doença não dá tréguas. A América Latina é a região do mundo mais afectada, com mais de oito milhões de casos e mais de 305.000 mortos.

O Brasil é o país mais afectado da América Latina com 4,2 milhões de contágios e quase 130.000 mortos, números superados apenas pelos Estados Unidos da América.

Nos Estados Unidos a covid-19 matou mais de 191.000 pessoas em 6,4 milhões de infectados. É o país que lidera o número de vítimas mortais.

Em termos proporcionais, o Peru é o país mais afectado do planeta, com a média de 92 mortes por cada 100.000 habitantes.

Até ao momento, África contabiliza 32.117 mortos em 1.330.038 casos de infecção. A África do Sul é o país mais afectado do continente com 644.438 casos e 15.265 mortos.

Entre os PALOP, Angola lidera em número de mortos - 130 - e 3.217 casos. Cabo Verde conta com 43 mortos e 4.575 casos, Guiné-Bissau com 39 mortos e 2.275 casos, Moçambique com 31 mortos e 4.832 casos e São Tomé e Príncipe com 15 mortos e 901 casos.

O aparecimento de novos focos e o aumento drástico do número de infectados volta a preocupar as autoridades.

Em França, esta quinta-feira, foi registado um novo recorde de infecções, 9.843 novos casos em 24 horas. Novas medidas serão anunciadas a partir desta sexta-feira.

Seis meses depois, a OMS relembra que o fim da pandemia "não está para breve" e o director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, criticou a "falta de solidariedade” na luta contra a doença: "precisamos de uma liderança mundial, sobretudo, por parte das grandes potências. Só assim podemos vencer o vírus".

A organização contabiliza actualmente 35 potenciais vacinas em todo mundo, nove na fase final. Todavia, não acredita na possibilidade de vacinação generalizada antes de meados de 2021.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 910 mil mortos e 28,2 milhões de casos de infecção em todo mundo desde Dezembro de 2019, segundo o último balanço feito pela agência francesa AFP. Destes, 18.803.600 são actualmente considerados curados.

 

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