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Imprensa Semanal

Presidente guineense Sissoco Embaló prepara segunda investidura na presença de homólogos

Áudio 04:23
Presidente guineense Sissoco Embaló prepara segunda investidura na presença de homólogos
Presidente guineense Sissoco Embaló prepara segunda investidura na presença de homólogos © João Matos
Por: João Matos
9 min

Abrimos esta Imprensa Semanal, com a JEUNE AFRIQUE online que se refere à Guiné Bissau, que presidentes o chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló convidou para a festa nacional do país.

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Investido presidente a 27 de fevereiro no quadro de um grupo restrito devido ao contencioso eleitoral, Umaro Sissoco Embaló, entende organizar uma espécie de nova investidura por ocasião da festa nacional a 24 de setembro e convidou vários chefes de Estado dispostos a deslocar-se a Bissau para celebrar a proclamação da independência em 1973.

Os presidentes da Libéria, George Weah, e da Mauritânia, Mohamed Ould Ghazouani, chegarão a Bissau no dia 23 de setembro, dia do aniversário do próprio presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló.

No dia seguinte, data das festividades, os Presidentes nigeriano Nigérian Muhammadu Buhari, senegalês, Macky Sall e doBurkina Faso, Roch Marc Christian Kaboré, estarão também presentes nas cerimónias organizada no estádio de futebol de Bissau e depois para um almoço, com Sissoco Embaló.

Mas ainda segundo a JEUNE AFRIQUE, estarão igualmente presentes em Bissau, o togolês, Faure Gnassingbé, assim como os ministros dos Negócios estrangeiros e da Defesa de Portugal, os únicos representantes dos países de língua portuguesa. O Presidente do Ruanda, Paul Kagame, foi igualmente convidado, mas ainda não confirmou a sua presença.

O Presidente Uattara, estará representado por um enviado enquanto o Presidente da Guiné Conacri, Alpha Condé, não foi convidado. Muito crítico em relação aos três mandatos de Condé, não previstos na Constituição da Guiné Conacri, o presidente Sissoco Embaló, assimilou isso a golpes de Estado por ocasião da video conferência dos chefes de Estado da CEDEAO de 20 de agosto, nota, JEUNE AFRIQUE.

10 mil milhões de dólares suficientes para vacinar todos contra Covid

Mudando de assunto, l'EXPRESS, faz a sua capa, com Bill Gates, que numa entrevista ao semanário, afirma que 10 mil milhões de dólares são suficientes para vacinar o mundo inteiro contra o Covid-19. Em dois anos podemos pôr fim à pandemia e apagar os seus efeitos mais nefastos. Com a condição que haja generosidade e que seja acelerada o processo da existência de uma vacina e sua distriuição para todos, explica Bill Gates, ao semanário, L'EXPRESS. 

LE POINT, faz a sua capa, com América sentada num vulcão, encimando as fotos de Joe Biden e Donald Trump, na corrida à Casa Branca. Entre milícias e a eleição presidencial contestada, a ameaça do caos,tudo em aberto. O desafio das eleições presidenciais de 3 de novembro é o mais importante desde a segunda guerra mundial. 

Segundo a televisão que o telepectador vê, Trump fez uma boa gestão da pandemia de coronavírus se for Fox News, ou não, se for CNN. Ou Joe Biden é um senil, para Fox News, o que a CNN desmente. As campanhas de desinformação têm lugar sobretudo nos estaados do interior do país, principalmente da direita e aliados de Trump.

Para o politólogo, Yascha Mounk, há uma guerra civil cultural no seio das elites americanas e tudo pode acontecer no dia 3 de novembro, com o vencedor a sere derrotado pelo derrotado ou vice versa, LE POINT.  

Por seu lado, L'OBS, traz na sua rúbrica ideias uma entrevista com dois teóricos de colapsologia, em tempos de coravírus, Catherine e Raphael Larrère, pioneiros na crítica da filosofia do meio ambiente. Colapsologia pode ser definida como a certeza, pretensamente científica, de um desmoronamento global, uniforme e síncrona da civilização termo-industrial, um buraco negro de ciências sociais e militantismo. 

O semanário CHALLENGES, destaca, 100 mulheres que mudam omundo, desde empresárias, passando por políticas, gestoras, mecenas ou intelectuais. Elas dirigem apenas 10% dos países do globo mas a percepção muda porque já as vemos tomando o poder em instituições, empresas ou laboratórios.

O 1° lugar vai para Emma Watson, britânica, actriz e embaixadora da ONU para as mulheres, Michelle Rurola, francesa, a nova presidente da câmara municipal em segundo lugar, mas também outra francesa, Christine Lagarde, outra francesa, patroa do Banco central europeu em 5° lugar, as negro-americanas, Michelle Obama, que detesta a política, em 11° lugar e Oprah Winfrey, animadora e produtora de TV, em 17° lugar. 

Neste TOP 100 mulheres poderosas, algumas africanas, como a ruandesa, Louise Mushikiwabo, secretária geral da Francofonia ou Ngozi Okonjo-Iwela, antiga ministra das finanças da Nigéria, candidata à direcção geral da Organização mundial do comércio, nota, CHALLENGES. 

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