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Nova investigação de jornalistas sobre transferências ilícitas bancárias de 2 biliões de dólares

Nova investigação de jornalistas sobre transferências ilícitas de 2 biliões de dólares por bancos mundiais
Nova investigação de jornalistas sobre transferências ilícitas de 2 biliões de dólares por bancos mundiais REUTERS - VALENTYN OGIRENKO
Texto por: RFI
4 min

O Consórcio internacional de jornalistas investigativos de que faz parte a RFI em parceria com o portal online BuzzFeed News voltam a lançar uma bomba no mundo financeiro denunciando transações de 2 biliões de dólares realizadas por grandes bancos mundiais. Os nomes da empresária angolana, Isabel dos Santos e do seu marido Sindica Dokolo, voltam a aparacer nesta investigação, a exemplo dos Luanda Leaks.

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Pelo menos 2 biliões dólares de transferências suspeitas foram realizadas entre  2000 e 2017 por vários grandes bancos mundiais, segundo documentos bancários obtidos pelo portal online BuzzFeed News e que fizeram objecto de investigação no seio do Consórcio internacional de jornalistas investigativos. 

O Consórcio que esteve na origem dos "Panama Papers", e de que faz parte a RFI, Radio France, Le Monde ou o Expresso português, fez em parceria com o BuzzFeed News a investigação com base em relatórios de actividades suspeitas enviados por bancos americanos quando detectam transferências duvidosas de fundos.

São relatórios destinados aos serviços de informações financeiras americanos, FinCEN, no coração do sistema mundial de luta contra o branqueamento de dinheiro e financiamento do terrorismo.

A investigação mostra claramente o papel que os grandes bancos têm na circulação de fluxos de dinheiros ligados à fraude, corrupção ou terrorismo.

Nomes de Isabel dos Santos e do marido Sindica Dokolo, voltam a aparecer nesta nova investigação

De notar que os nomes da empresária angolana, Isabel dos Santos e do seu marido Sindica Dokolo, voltam a aparecer nesta nova invesigação a idêntico do que aconteceu por altura dos Luanda Leaks, ligados a um desses bancos JPMorgan.

Globalmente outros bancos são HSBC, Standard Chartered Bank, Bank of New York Mellon, Barclays, ou Deutsche Bank que explicou ontem num comunicado ter consagrado importantes recursos ao reforço dos seus controlos.

Enfim, ainda em termos de personalidades, de notar que o bilionário russo, Arkadi Rotenberg, amigo de infância do Presidente Putin, disse ser um absurdo que ele esteja envolvido nas transferências suspeitas efectuadas por intermédio do banco londrino, Barclays.

Grandes bancos internacionais manchados por investigação FinCen Files

 

 

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