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Partido do Presidente francês, Macron, ainda sem estratégia para as eleições regionais

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Partido do Presidente francês, Macron, ainda sem estratégia para as eleições regionais
Partido do Presidente francês, Macron, ainda sem estratégia para as eleições regionais © PRS

Abrimos esta revista de imprensa com LE MONDE a titualar, LRM: o grande mal estar do partido presidencial. Ainda em mente a derrota nas últimas municipais, o movimento presidencial ainda não esboçou as alianças ou escolheu os candidatos. 

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A seis meses das eleições regionais, decisivas antes das eleições presidenciais a estratégia do executivo do Parido República em Marcha, ainda não foi delineada. 

Ainda em mente a derrota nas últimas municipais, o movimento presidencial ainda não esboçou as alianças ou escolheu os candidatos. Um sentimento de impreparação começa a ganhar parte das tropas e alimenta preocupação sobre as orientações do fim do mandato presidencial. 

Numa entrevista ao LE MONDE, Pierre, Person número 2 do partido presidencial anunciou a sua demissão da direcção para criar um electrochoque. Ele deplora um funcionamento que não permite liderar a união e nem produzir ideiais novas, sublinha, LE MONDE. 

Manter as escolas abertas é o bico de obra do executivo, titula, LE FIGARO. No momento em que há um aumento de encerramentos de escolas, o governo apoia-se num relatório do Alto conselho de Saúde pública, para alijeirar o protocolo sanitário nos estabelecimentos escolares. Está fora de questão enviar os alunos às suas casas ou de encerrar as escolas, ao primeiro sinal de alarme", disse o ministro da Saúde, Olivier Véran, nota, LE FIGARO.

Despedimentos e reconversões sociais, covid tem costas largas, titula, LIBARATION. Bridgestone, Auchan, General Electric… é cada vez maior o número de empresas que depois de terem encaixado as ajudas públicas estão a suprimir postos de trabalho ou a fechar zonas de emprego sob o pretexto da pandemia. Uma postura oportunista que deixa o governo sem capcidade de resposta, sublinha, LIBÉRATION. 

Mudando de assunto, no internacional, LA CROIX, titula, Médio oriente, a normalização sem paz. Ao assinar os recnetes acordos com os Emirados árabes unidos e Barém, Israel, reforça a coligação anti-iraniana forjada pelo presidente americano, Donald Trump.  Esses acordos foram assinados em Washington sem contrapartida de um relançamento do processo de paz com os palestinianos. Este avanço traduz o aumento das preocupações nacionais em particular o medo do Irão, em detrimento da antiga solidariedade árabe, nota, LA CROIX.

Supremo Tribunal é batalha política entre candidatos americanos,Trump e Biden

Estádio supremo da tensão, titula, L'HUMANITÉ, num trocadilho marcista para fazer referência à subsituição da juíza americana morta no Supremo tribunal americano. Após a morte de Ruth Ginsburg, a nomeação de um juiz ao Supremo Tribunal torna-se numa arma crucial durante a campanha eleitoral. Trump e Biden, querem oferecer o Supremo Tribunal aos seus eleitorados. A campanha que já está eruptiva vai ser agora uma dança em cima do vulcão duma batalha política decisiva, que seráa nomeação do juiz para o Supremo Tribunal, sublinha, L'HUMANITÉ.

Também LE MONDE, destaca os Estados Unidos e o Supremo Tribunal com os republicanos querendo impor sua maioria no Senado a propósito da nomeação de um juiz para aquela maior instância jurídica do país. Donald Trump, decidiu substituir rapidamente Ruth Ginsburg, juíza no Supremo Tribunal e ícone de lutas feministas, na última sexta-feira. Joe Biden denunciou ontem uma prática brutal do poder e apelou os senadores republicanos a respeitar as suas obrigações constitucionais", nota, LE MONDE.

Em relação ao continente africano, LE MONDE, refere-se ao imã Dicko, fazedor e cangalheiro de reis no Mali. O movimento de prostesto lançado em julho pelo signatário sala contribuiu para a questão do presidente Ibrahim Bubacar Keita. O imã apresenta-se como que trabalha para o bem dos cidadãos que só pensa em regressar à sua mesquita.

Mas na realidade, o imã Dicko está hoje no cnentro da vida política maliana. Ele pôs e tirou do poder, o presidnete deposto IBK e desde 2009, juntou nas ruas da cpaital e cidades provinciais multidões de malianaos contra uma reforma do código da família que dava mais poderes àsùumheres , contra os homessuais e mesmo contra s forças francesas e da ONU no Mali,sublinha, LE MONDE. 

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