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Revista de Imprensa

Primeiro debate entre os 2 candidatos Trump e Biden às presidenciais americanas

Áudio 04:06
Primeiro debate entre os 2 candidatos Trump e Biden às presidenciais americanas
Primeiro debate entre os 2 candidatos Trump e Biden às presidenciais americanas © João Matos
Por: João Matos
9 min

Abrimos esta revista de imprensa com LE MONDE a titular, debate Trump Biden violência e confusão.  Os dois candidatos à Casa Branca debateram esta madrugada num ambiente electrizante por ocasião do primeiro frente a frente na televisão acompanhado com atenção em todo o mundo.  

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O Presidente republicano esteve o tempo todo a atacar com virulência o seu adversário democrata, sem que conseguisse destabilizá-lo ou convencer para lá da sua base. 

Ambíguo em relação a actos de violência da extrema direita, mas condenado a esquerda, Donald Trump, convidou os rapazes orgulhosos da milícia Proud Boys, a estarem prontos. 

Votem e ele partirá, encorajou Joe Biden, sublinhando que reconhecerá os resultados das eleições, ao passo que o presidente cessante continuou a ameaçar que não os reconhecerá, implicitamente, se ele for derrotado, no dia 3 de novembro, acrescenta, LE MONDE.

Mudando de assunto, LE FIGARO, titula, Universidade, Grandes Escolas elitistas, Covid semeia a confusão. Enquanto toda a gente sabe que os estabelecimentos foram atingidos severamente pelo vírus, os estudantes têm que se adapar com dificuldades aos constrangimentos relacionados com as medidas sanitárias. Este novo ano lectivo tem um gosto amargo para os jovens franceses. Para tentar gerir a epidemia, faculdades e escolas superiores de excelência actuam de modo diferente. 

Certas tentam modular aulas presenciais com ensino à distância, mas a aposta na imaterialização total da Escola de ciências Políticas não convence os estudantes que receiam ter um diploma desvalorizados enquanto os pais e encarregados de educação estão furiosos porque não houve uma redução das propinas. O vice-presidente da prestigiada Escola de Ciências Políticas, afirma que muitas vezes é mais fácil haver uma interação no ensino à distância do que presencialmente", acrescenta, LE FIGARO.

Ano lectivo sob os desígnios do Covid nas escolas secundárias

Também LA CROIX, trata o assunto no vector secundário, titulando, novo ano lectivo sob os desígnios do Covid. Depois desses parêntesis inédito, os 380 alunos do curso geral secundário de La Grange-aux-belles, em Paris,  retomaram as aulas num contexto fora da realidade que marcará a geração. Mesmo se o estabelecimento secundário foi relativamente popupado pela epidemia, tudo está preparado caso for necessário para adoptar o ensino à distância. 

Para já prioridade à aprendizagem clássica avançando com o programa escolar enquanto o estabelecimento está em funções, com uma atenção particular para os alunos mais frágeis. Director da secundária convidou os encarregados de educação à inscrição dos alunos nas aulas extra-curricular que são facultativas e grátis com o objectivo de consolidar as matérias aprendidas durante o dia, nota, LA CROIX.  

Por seu lado, L'HUMANITÉ, titula, a pobreza explodiu com a crise do Covid-19. O barómetro do instituto de sondagens Ipsos para a associação "Secours populaire" é alarmante. Com a crise do coronavírus e a crise sanitária muitos franceses 1 em cada 3 franceses entrou na categoria de precários. 61% dos franceses com menos de 1200 euros por mês têm dificuldades paraz consumir frutos e legumes todos os dias, sublinha, o estudo, publicado pelo jornal L'HUMANITÉ.

LIBÉRATION, titula, por sua vez, bem-estar animal, está salvo Willy? Criticado pela sua inércia ambiental, o governo anunciou ontem uma série de medidas a favor dos animais selvagens. Sem abordar as questões da caça ou da criação de animais.

Se as associações de defesa de animais saúdam a vontade governamental de avançar nesta matéria, algumas delas denucniam a falta de clareza dos objectivos fixados pela ministra da Transição ecológica.

A ministra, Barbara Pompili, anunciou medidas a favor do bem estar da fauna selvagem captiva, tomadas depois de concertação com ONG's, representantes profissionais, eleitos e peritos, precisando que a nova estratégia clara será progressiva para que ninguém fique à beira da estrada, acrescenta, LIBÉRATION. 

Em relação ao continente africano, LIBÉRATION, dá destaque à transição no Mali: operação em mãos limpas? Um mês depois do golpe de Estado contra o Presidente IBK, o seu sucessor interino compromete-se a lutar contra as fraudes, desvios e luvas, esquemas do dia a dia do país  em crise.

Mas em Bamako, magistrados e lançadores de alerta não têm ilusões que esta ambição não será atingida tão cedo. Para centenas de milhares de jovens no  franceses rdesemprego, desenrascar-se diariamente nesse mundo da corrupção tornou-se insuportável, sublinha, LIBÉRATION. 

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