Estados Unidos

Donald Trump agraciou Michael Flynn, seu antigo conselheiro nacional de segurança

Donald Trump agraciou Michael Flynn, seu antigo conselheiro nacional de segurança
Donald Trump agraciou Michael Flynn, seu antigo conselheiro nacional de segurança REUTERS/Gary Cameron

O Presidente americano, Donald Trump agraciou hoje o general Michael Flynn, seu antigo conselheiro nacional de Segurança, acusado no inquérito sobre a ingerência russa nas eleições presidenciais de 2016. O Chefe da Casa Branca, antecipa assim a justiça que até agora não pronunciou uma pena contra Flynn que poderia ser de 6 anos de prisão. 

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Donald Trump agraciou hoje o seu antigo conselheiro nacional de Segurança Michael Flynn, o primeiro do seu círculo próximo, o que foi denunciado com "abuso de poder".

Michael Flynn, foi posto em causa no quadro do inquérito sobre ingerência russa nas eleições presidenciais de 2016 e chegou a admiitir em 2017 ter mentido à polícia federal do FBI sobre contactos que teve com um diplomata russo.

O general Michael Flynn, de 61 anos, chegou a ser investigado, esteve preso, depois foi solto no decurso do inquérito e a justiça não chegou a condená-lo fomalmente a uma pena que poderia ser de 6 anos de prisão. 

Assim o ainda Presidente Trump, antecipa a justiça num caso que foi muito polémico e politizado decidindo assim indultar Michael Flynn, a exemplo do que já tinha feito com o seu amigo, Roger Stone, também, acusado de estar envolvido nesse escândalo.

Chefe da Casa Branca indulta general Michael Flynn

O Presidente Trump, que ainda não reconheceu a sua derrota nas presidenciais de novembro deste ano, denunciando fraudes eleitorais, vai enviando sinais à opinião pública de que poderá estar de saída, decidiu, perdoar Flynn.

"É minha grande honra anunciar que o general Michael Flyinn beneficia de um indulto completo", tuítou, o chefe da Casa Branca.

A clemência do Presidente "mete um termo às perseguições políticas permanentes de um homem inocente", justificou a prata-voz da Casa Branca, Kayleigh McEnany.

Na oposição democrata, Jerry Nadler, que presidiu a comissão da justiça da Câmara dos representantes, reagiu, dizendo que o perdão de Flynn pelo presidente é "injustificado e contrário aos princípios" sendo mais uma mancha na imagem da presidência de Donald Trump. 

 

 

 

 

 

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