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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: ministro do interior garante segurança no processo eleitoral

Tenente general Biaguê Na N'tan, Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau.
Tenente general Biaguê Na N'tan, Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau. PNN
Texto por: RFI
4 min

Ministro guineense do interior Juliano Fernandes garante que a sua instituição está preparada para que haja segurança em todo o processo eleitoral, inclusivé se houver uma segunda volta a 29 de Dezembro.

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A Guiné-Bissau tem eleições presidenciais a 24 de Novembro, com 12 candidatos em liça.

A campanha tem decorrido de forma calma, com registo de pequenos incidentes, mas o ministro guineense do interior Juliano Fernandes garante que a sua instituição está preparada para garantir a segurança e tranquilidade durante todo o processo, inclusivé na eventualidade de uma segunda volta a 29 de Dezembro.

Juliano Fernandes ministro guineense do interior

"...enquanto Ministério do Interior, instituição que tem a responsabilidade de todo o proceso eleitoral, estamos tranquilos, estamos convencidos de que todas as disposições que temos tomado até aqui, têm concorrido para que o processo até hoje esteja a correr na perfeita normalidade, sem qualquer perturbação, nem incidentes...acreditamos que vamos conseguir garantir a segurança de todo o processo até ao dia 24 e na eventualidade de haver uma segunda volta, até quando ela tiver lugar".

Isto não obstante a contestação ao recenseamento eleitoral, tendo-se optado - por conselho da CEDEAO - a manter os cadernos eleitorais das eleições legislativas de 10 de Março de 2019, que excluem cerca de 25 mil eleitores.

A força de interposição da CEDEAO - ECOMIB - deveria ser reforçada com cerca de 1.800 militares, mas o Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas, tenente-general Buiagué Na N'tan afirmou este sábado (16/11) que "tropas estrangeiras não entrarão na Guiné-Bissau", admitindo no entanto "a entrada de forças policiais, oriundas dos países da CEDEAO".

O general reiterou ainda que o exército guineense vai respeitar a Constituição, não se irá envolver em assuntos políticos, nem fazer golpes de Estado e submeter-se-á ao poder político.

Com a colaboração do nosso correspondente em Dacar, Cândido Camará.

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