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Guiné-Bisssau

Guineenses escolhem novo Presidente

Guineenses escolhem novo Presidente
Guineenses escolhem novo Presidente RFI
Texto por: Neidy Ribeiro
3 min

Mais de 760 mil eleitores guineenses são chamados às urnas, neste domingo, para escolher o próximo Presidente da Guiné-Bissau. Dois antigos primeiros-ministros, Domingos Simões Pereira e Umaro Sissoco Embaló, estão na corrida à substituição de José Mário Vaz, o Presidente cessante.

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Os eleitores guineenses escolhem hoje o próximo chefe de Estado do país. Na corrida eleitoral estão dois antigos primeiros-ministros, Domingos Simões Pereira, apoiado pelo PAIGC, que teve 40,13% dos votos na primeira volta das eleições presidenciais, a 24 de Novembro, e Umaro Sissoco Embaló, apoiado pelo Madem-G15, que obteve 27,65% dos votos.

Alianças políticas na segunda volta

Nesta segunda volta o candidato do Madem-G15 conta com o apoio do Presidente cessante José Mario Vaz, do terceiro candidato mais votado, Nuno Nabian, e do ex-primeiro-ministro Carlos Gomes Junior. Enquanto o candidato do PAIGC conta com o apoio do partido APU-PDGB, que se distanciou do líder do Nuno Nabian, do antigo primeiro-ministro Baciro Djá, de Vicente Fernandes, de Iaia Djaló e de Idrissa Djaló.

Estão reunidas as condições para o voto

A porta-voz da Comissão Nacional de Eleições, Felisberta Vaz, garantiu estarem reunidasas condições para que a votação decorra com normalidade. “Tudo está preparado no terreno para que a eleição decorra com normalidade”.

O que está em jogo com esta eleição?

Depois de anos de crises sucessivas na Guiné-Bissau, a eleição deste domingo é vista pela população como a único caminho para o regresso da estabilidade ao país. O analista político guineense, Rui Jorge Semedo, diz que o que está em jogo nesta eleição é a “consolidação da unidade nacional”.

Rui Jorge Semedo defende igualmente que os grandes desafios do próximo chefe de Estado são a garantia da governabilidade, a boa interpretação da constituição e o bom relacionamento institucional.

Quando se consegue um bom relacionamento institucional está-se a contribuir para a estabilidade do país. O próximo Presidente da República deve distanciar-se de situações que sempre contribuíram para fomentar o conflito político constitucional, deve saber interpretar a constituição e defender as instituições”.

O politólogo acredita que “através deste posicionamento” o futuro chefe de Estado terá condições para ajudar o país a alcançar a “estabilidade e o desenvolvimento”.

Mais de 760 mil eleitores guineenses são chamados às urnas, neste domingo, para escolher o próximo Presidente da Guiné-Bissau. Dois antigos primeiros-ministros, Domingos Simões Pereira e Umaro Sissoco Embaló, estão na corrida à substituição de José Mário Vaz, o Presidente cessante.

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