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CNE: "Não há dispositivo legal para recontagem dos votos"

Áudio 08:31
Domingos Simões Pereira, à esquerda, e Umaro Sissoco Embaló, à direita, foram os candidatos na segunda volta das presidenciais guineenses
Domingos Simões Pereira, à esquerda, e Umaro Sissoco Embaló, à direita, foram os candidatos na segunda volta das presidenciais guineenses SEYLLOU / AFP
Por: Guilherme Monteiro
10 min

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné-Bissau divulgou, esta sexta feira, através de um edital público, os resultados definitivos das presidenciais que dão a vitória a Umaro Sissoco Embaló, que obteve de 53% dos votos. Os resultados foram divulgados pela CNE enquanto decorre no Tribunal Supremo um recurso apresentado pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), do candidato Domingos Simões Pereira, a contestar os resultados e a pedir uma recontagem dos votos.O PAIGC que veio já considerar ter havido uma clara tentativa de desautorização e de desrespeito ao Supremo Tribunal de Justiça.Por outro lado, no entanto, o advogado José Paulo Semedo, da CNE, vem garantir tudo ter decorrido dentro da normalidade e diz não haver dispositivo legal que abra caminho a uma recontagem dos votos

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