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"Guiné-Bissau vive golpes de Estado permanentes"

Áudio 08:34
Umaro Sissoco Embaló, candidato declarado vencedor pela CNE nas eleições presidenciais, à Addis-Abeba le 10 de Fevereiro de 2020.
Umaro Sissoco Embaló, candidato declarado vencedor pela CNE nas eleições presidenciais, à Addis-Abeba le 10 de Fevereiro de 2020. RFI/Miguel Martins
Por: Lígia ANJOS
10 min

O analista guineense Rui Landim descreve os últimos acontecimentos que se seguiram à auto-proclamação do presidente eleito nas eleições de 29 de Dezembro.

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A vitória de Umaro Sissoco Embaló nas presidenciais não foi reconhecida pelo supremo tribunal de justiça. O candidato do PAIGC, Domingos Simões Pereira, denuncia irregularidades e o supremo exigiu à comissão nacional de eleições uma recontagem dos votos.

Apesar do contencioso eleitoral permanecer, Umaro Sissoco Embaló tomou posse num hotel na quinta-feira, e não no parlamento, como manda a lei guineense e apoiou-se nos militares para assumir a presidência. 

Na oposição, o PAIGC detêm a maioria parlamentar a lidera o executivo chefiado por Aristides Gomes, exonerados na sexta-feira, reagiu nomeando um Presidente interino - Cipriano Cassamá, presidente da Assembleia Popular Nacional.

A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) voltou esta segunda-feira a ameaçar impor sanções a quem atente contra a ordem constitucional estabelecida na Guiné-Bissau e acusou os militares de se imiscuírem nos assuntos políticos.

O Presidente interino Cipriano Cassamá renunciou ao cargo, alegando que os interesses dos guineenses são superiores aos seus.

Nestas circunstâncias que legitimidade tem o Presidente eleito à luz da Constituição?

 

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