Guiné-Bissau

Guiné-Bissau em prevenção contra coronavírus

Cartaz de prevenção do COVID-19
Cartaz de prevenção do COVID-19 © Ministério da Saúde Pública da Guiné-Bissau

O Ministério da Saúde Pública guineense tomou desde o início do ano medidas de prevenção e resposta à pandemia do novo coronavírus, apesar de não existir ainda qualquer caso que tivesse sido identificado pelas autoridades. Este Domingo a Secretária de Estado do Turismo e Artesanato suspendeu o funcionamento de bares e discotecas em todo o país. A vigilância na fronteira com o Senegal também foi reforçada.

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Não há relato de que o vírus tenha chegado à Guiné-Bissau, mas o Governo já está a tomar medidas. Doravante, bares e discotecas estarão fechados. Lugares de aglomeração de pessoas como lumos (as feiras tradicionais), os toca-choros, as cerimónias religiosas, tudo fica parado até novas ordens do Governo.

O Governo que também apelou as mulheres vendedeiras de comida e bebida nas barracas do bairro de Ajuda em Bissau no sentido de pararem com aquelas actividades. O ministro da Administração do Território e Poder Local, Fernando Dias fala na eventualidade de a fronteira terrestre com o Senegal e a Guiné-Conacri ser encerrada.

Fernando Dias observa que o novo coronavírus já chegou ao Senegal e à Guiné-Conacri, mas também já se encontra em Portugal, país de onde chega um grande fluxo de pessoas para a Guiné-Bissau.

Mesmo com estas directrizes anunciadas pelo Governo, há vozes que pedem para que sejam tomadas mais medidas, nomeadamente o fecho do mercado de Bandim, principal centro comercial guineense e o encerramento das escolas.

Seja como for, está em marcha uma grande campanha nos órgãos de comunicação social e nas redes sociais, campanha colocada em movimento pelo Governo e organizações não-governamentais.

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