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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: civis instados a devolver armas até 11 de Junho

Imagem de arquivo da destruição de armas em Nairobi, Quénia, em Março de 2010. A Guiné-Bissau faz, agora, também guerra às armas.
Imagem de arquivo da destruição de armas em Nairobi, Quénia, em Março de 2010. A Guiné-Bissau faz, agora, também guerra às armas. © AFP FOTO/ TONY KARUM
Texto por: Mussá Baldé
1 min

Na Guiné-Bissau todos os civis que tenham armas de guerra de uso exclusivo das forças armadas têm que se apresentar ao Estado Maior das Forças Armadas.até dia 11 de junhoA ordem é para apresentar e registar as armas sob pena de punição severa a quem for apanhado com esse material.

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A ordem dirige-se aos deputados, magistrados, ministros actuais e antigos, combatentes pela liberdade da pátria, ou seja qualquer civil.

Na Guiné-Bissau é da lei que algumas entidades estatais tenham o porte de arma de guerra, pistolas ou metralhadoras AK 47, mas muitos recusam-se a devolver os equipamentos mesmo depois de deixarem as funções que lhes habilitou o porte de armas.

É quase frequente ocorrerem situações de assaltos em que os ladrões são apanhados com armas de uso do exército.

Também é frequente acontecerem situações de trocas de tiros entre elementos da população civil, pessoas cujos familiares são autorizados a ter armas em casa.

As autoridades militares querem agora saber quem tem as armas e quantas armas é que estarão nas mãos dos civis.

Um caso acompanhado no terreno por Mussá Baldé.

Correspondência de Mussá Baldé

 

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