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Guiné-Bissau

Sissoco Embaló admite esperar antes de dissolver Parlamento

Umaro Sissoco Embaló, Presidente da Guiné-Bissau.
Umaro Sissoco Embaló, Presidente da Guiné-Bissau. SEYLLOU / AFP
Texto por: RFI
2 min

O chefe de Estado guineense admite esperar pela sessão parlamentar antes de dissolver o Parlamento. O prazo dado por Umaro Sissoco Embaló para ultrapassar o impasse político na Guiné-Bissau termina hoje.

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A agência de notícias Lusa avança que Umaro Sissoco Embalo admite esperar pela sessão parlamentar, no final do mês de Junho, antes de tomar a decisão de dissolver o Parlamento. O prazo dado pelo Presidente da República termina esta quinta-feira.

Após ter reconhecido Umaro Sissoco Emabaló como vencedor das presidenciais, a CEDEAO instou-o  a formar um governo que reflectisse os resultados das legislativas de 2019. O prazo terminou a 22 de Maio sem que se tivesse chegado a um consenso, e o chefe de Estado decidiu alargar o prazo até 18 de Junho.

Na altura, Umaro Sissoco anunciou que dissolveria o Parlamento se não se chegasse a nenhum entendimento. Esta terça-feira, a comissão permanente do Parlamento guineense anunciou a realização de uma sessão ordinária a partir do próximo dia 29 Junho, o Presidente pondera agora esperar pela sessão ordinária antes de tomar qualquer decisão.

O Parlamento está actualmente dividido em dois blocos, com ambos os lados a reivindicarem a maioria parlamentar e a defenderem o direito de formar Governo.

Desde finais do mês de Fevereiro que a Guiné-Bissau vive uma nova crise política, depois de Umaro Sissoco Embaló, dado como vencedor das eleições pela Comissão Nacional de Eleições, se ter autoproclamado Presidente do país, apesar de decorrer no Supremo Tribunal de Justiça um recurso de contencioso eleitoral apresentado pela candidatura de Domingos Simões Pereira.

Esta semana, o Supremo Tribunal de Justiça tentou analisar o recurso de contencioso eleitoral, mas diferenças entre os vários juízes conselheiros levaram à suspensão da reunião.

 

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