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Rádio Capital

PAIGC qualifica assalto à Rádio Capital de "terrorismo de Estado"

Rádio privada Capital FM, uma das mais críticas ao actual executivo na Guiné-Bissau, foi alvo de vandalismo.
Rádio privada Capital FM, uma das mais críticas ao actual executivo na Guiné-Bissau, foi alvo de vandalismo. © Mussá Baldé
Texto por: RFI
2 min

O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) condenou os actos de vandalismo que deixou a estação radiofónica sem emissões, um ataque que vai "contra a liberdade de expressão e de exercício de um jornalismo independente". 

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Em comunicado de imprensa, o PAIGC considerou este acto de "verdadeiro terrorismo de Estado", apontando que terá sido levado a cabo, segundo os responsáveis da Rádio Capital FM, por homens fardados e armados, que violaram e destruíram por completo todos os apetrechos técnicos e outros materiais desta estação de rádio, situada no Bairro Militar.

Segundo o  comunicado do PAIGC este acto revela"ameaças e intimidações. O governo golpista passou à  acção bárbara de vandalizar uma estação radiofónica".

"Depois das agressões ao Deputado Marciano Indi, ao bloguista Doka Internacional, ao empresário  Armando Correia Dias e seu irmão Caló Dias, os cidadãos Almeida Cá, Li Cadre e mais oito jovens de Safim  o país escutou com estupefacção o anúncio  sobre o pretendido controlo das comunicações, colocando a Segurança de Estado a monitorizar os órgãos de comunicação social e os próprios cidadãos que utilizam cada vez mais as redes sociais", lê-se no comunicado.

No comunicado, o PAIGC reitera o repúdio a actos desta natureza e compromete-s em "continuar a defender a construção e consolidação da Paz, da Democracia e de um Estado de Direito Democrático". 

 

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