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Acto de vandalismo deixa Rádio Capital FM sem emissões

Rádio privada Capital FM, uma das mais críticas ao actual executivo na Guiné-Bissau, foi alvo de vandalismo.
Rádio privada Capital FM, uma das mais críticas ao actual executivo na Guiné-Bissau, foi alvo de vandalismo. © Mussá Baldé
Texto por: Mussá Baldé
3 min

A rádio privada Capital FM, uma das mais críticas aos políticos guineenses, foi alvo de vandalismo, que deixou a estação sem emissões. Computadores, estúdios e emissores foram destruídos e saqueados.

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A direcção da rádio disse que homens armados, fardados e encapuzados entraram no edifício da rádio por volta da uma da manhã  de domingo.

O ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Serifo Jaquité, visitou as instalações vandalizadas da rádio Capital FM.

Serifo Jaquité, que também é o porta-voz do Governo, considerou que, o que se passou com a rádio Capital FM é um “acto de vandalismo, acto ignóbil, contrário à democracia, contrário à justiça e contra o desenvolvimento” da Guiné-Bissau.

Jaquité acrescentou que há indivíduos cuja atitude manifesta é contrário ao desenvolvimento da Guiné-Bissau.

“Para dizer que este Governo, liderado pelo engenheiro Nuno Gomes Nabian, condena veementemente esta atitude de pessoas que estão contra o desenvolvimento da Guiné-Bissau. Porque numa sociedade democrática, numa sociedade de justiça, que aspira ao desenvolvimento, não é admissível, de forma alguma, um atentado sobre os direitos fundamentais de qualquer cidadão. Direito à voz, direito à sua opinião, direito à sua forma de expressar”, afirmou Serifo Jaquité.

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