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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: Presidente garante que se vai sentir presença da CPLP

Presidente guineense cumprimentado na sede da CPLP em Lisboa pelo secretário executivo da organização lusófona Francisco Ribeiro Telles a 9 de Outubro de 2020.
Presidente guineense cumprimentado na sede da CPLP em Lisboa pelo secretário executivo da organização lusófona Francisco Ribeiro Telles a 9 de Outubro de 2020. LUSA - TIAGO PETINGA
Texto por: Miguel Martins com Lusa
3 min

No segundo e último dia da visita de Estado do Presidente guineense a Lisboa Umaro Sissoco Embaló encontou-se com investidores portugueses, onde afirmou que "a Guiné-Bissau passará a ser a porta de entrada de Portugal junto dos países da CEDEAO". Mais tarde  foi recebido pelo secretário executivo da Comunidade dos países de língua portuguesa, Francisco Ribeiro Telles, Umaro Sissoco Embalo assegurou que no seu mandato se vai sentir a presença da CPLP . 

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O presidente guineense alegou à agência Lusa que não é apenas a CEDEAO a ser importante para o país, a CPLP de que a Guiné-Bissau é membro fundador também o é.

Umaro Sissoco Embaló, presidente da Guiné-Bissau

À chegada à sede da CPLP Umaro Sissoco Emabalo foi confrontado por cerca de uma dezena e meia de activistas guineenses que exibiam  cartazes com mensagens de condenação pela forma como o Presidente guineense assumiu o poder como explicou à agência de notícias Lusa o activista Sana Condé. 

Sana Condé, presidente do Movimento Cidadãos Conscientes e Inconformados

 

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