Guiné Bissau / CEDEAO

Crise guineense discutida em reunião da CEDEAO

O sociólogo e investigador guineense Miguel de Barros.
O sociólogo e investigador guineense Miguel de Barros. RFI/Liliana Henriques

A crise política na Guiné Bissau continua a arrastar-se, e a tensão social subiu  um pouco mais com a  frase do  Presidente José Mário Vaz, que afirmou que "apesar de ter poderes para mandar matar ou espancar cidadão, nunca o faria". Entrevistado pela RFI, o sociólogo guineense Miguel de Barros mostrou o seu repúdio, e afirmou que o Presidente deveria pedir desculpa ao povo guineense.

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A Guiné Bissau continua, entretanto, à espera da reunião da CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental), que terá lugar amanhã, em Abuja, na Nigéria, para tentar encontrar uma saída de crise.

Líderes de quatro dos cinco partidos com representação no Parlamento da Guiné-Bissau estarão presentes para participar nos debates. 

Alpha Condé, que actuou sob o mandato de líderes da CEDEAO, promete anunciar os resultados da mediação que fez, perante os seus homólogos na cimeira de Abuja, neste Sábado.

 

 

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