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Guiné-Bissau

Partidos pedem à CEDEAO sanções contra os líderes do PAIGC

Doze partidos sem assento parlamentar Partidos pedem à CEDEAO para sancionarem líderes do PAIGC
Doze partidos sem assento parlamentar Partidos pedem à CEDEAO para sancionarem líderes do PAIGC REUTERS/Afolabi Sotunde
Texto por: RFI
4 min

Na Guiné-Bissau um grupo de 12 partidos sem assento no Parlamento, emitiu um comunicado onde apela aos líderes da CEDEAO para sancionarem Domingos Simões Pereira e Cipriano Cassamá, ambos dirigentes do PAIGC, a quem acusam de serem os principais causadores da crise que se vive no país. 

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Continuam as movimentações políticas e diplomáticas de partidos e actores políticos guineenses visando influenciar a decisão dos lideres da Cassamá que se vão reunir amanha, em Monróvia, na Libéria, tendo como pano de fundo, entre outros assuntos, a crise politica na Guiné-Bissau.

Agora é a vez de um grupo de 12 partidos sem assento no Parlamento, emitir um comunicado para apelar aos líderes da CEDEAO no sentido de sancionarem Domingos Simões Pereira e Cipriano Cassamá, ambos dirigentes do PAIGC, partido que o grupo entende ser o principal causador de toda crise no país.

Diz o grupo que Domingos Simões Pereira e Cipriano Cassamá têm agido de forma coordenada em nome do PAIGC, bloqueando o funcionamento do Parlamento, há cerca de dois anos, e ainda que seriam os responsáveis pelas manifestações de rua dos últimos tempos protagonizadas pelos jovens inconformados.

O grupo acusa ainda Simões Pereira e Cipriano Cassamá de apelarem aos militares para que promovam um golpe de Estado contra as Cassamá autoridades do país. Por tudo, concluiu o grupo, os líderes da CEDEAO não podem ter outra posição que não seja sancionarem os dois dirigentes do PAIGC.

O primeiro-ministro guineense, Umaro Sissoco Embaló, seguiu hoje para Monróvia e o Presidente José Mário Vaz vai amanhã, logo nas primeiras horas.

Correspondência de Mussá Baldé

 

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