Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: exército recruta

Bandeira da Guiné-Bissau hasteada num quartel
Bandeira da Guiné-Bissau hasteada num quartel SEYLLOU SEYLLOU / AFP

Vinte e cinco anos depois do último recrutamento oficial, as Forças Armadas da Guiné-Bissau vão incorporar dentro de três meses 750 jovens recrutas, jovens dos 18 aos 25 anos de ambos os sexos.

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A pedido do comando das forças armadas, o governo autorizou que sejam incorporados 750 novos recrutas, mas tudo tem que passar por uma selecção rigorosa no âmbito do serviço militar obrigatório.

Tem sido estes dias uma azáfama nas escolas e universidades, tudo porque a divisão dos recursos humanos das Forças Armadas iniciou o processo de colecta de nomes de candidatos à tropa.

Mussa Baldé, correspondente em Bissau

O responsável do processo é o general Julio Nhaté, que se mostra entusiasmado com a resposta dos jovens, nomeadamente o facto de pela primeira vez, o número de jovens voluntários ser mais elevado do que o de jovens chamados no âmbito do serviço militar obrigatório.

Para o serviço militar obrigatório existem apenas 750 vagas, conforme determinou o governo, mas os voluntários que se alistaram são cerca de 2.000.

Para o general Nhaté este facto é sinal de confiança, que os jovens guineenses depositam na instituição militar.

Numa outra perspectiva, de assinalar que cinco oficiais da polícia foram promovidos esta quinta-feira a postos de generais pelo governo.

Entre os graduados destaque para a antiga ministra do Interior, Satu Camará, a primeira mulher com a patente de general na Guiné-Bissau, concretamente a de major-general com duas estrelas.

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