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Guiné-Bissau

Exportação do caju guineense dificultada devido à greve

Há quem considere que esta situação poderá colocar em causa toda a campanha de comercialização da castanha de caju.
Há quem considere que esta situação poderá colocar em causa toda a campanha de comercialização da castanha de caju. RFI/Liliana Henriques
Texto por: RFI
4 min

A campanha de comercialização da castanha do caju, principal produto agrícola e de exportação da Guiné-Bissau, vai de problema em problema, os exportadores alertando para o facto de não estarem a conseguir exportar a castanha para a Índia, principal comprador do caju guineense, devido à greve dos funcionários das Alfândegas que aderiram quase todos a greve geral de oito dias decretada pela central sindical UNTG e que tem afectado a grande maioria dos serviços públicos.

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Das cerca de 170 mil toneladas do caju guineense que o Governo projecta exportar para a Índia, até ao momento apenas foram escoadas 48 mil toneladas, sendo que há mais de 20 dias que os camiões com contentores de caju, prontos para serem embarcados em navios, aguardam ordens no Porto de Bissau, sem que haja ninguém das Alfândegas para dar seguimento aos procedimentos aduaneiros. Os empresários desesperam, tanto mais que têm contratos com compradores indianos que aguardavam pela castanha guineense desde o mês de Maio. Mais pormenores com Mussa Baldé.

Mussa Baldé, correspondente da RFI em Bissau

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