Tribunal de Maputo condenou arguidos do caso LAM por burla e peculato

Tribunal de justiça de Maputo condena arguidos do caso LAM empresa aérea moçambicana
Tribunal de justiça de Maputo condena arguidos do caso LAM empresa aérea moçambicana Getty Images/ Romilly Lockyer

O Tribunal Judicial de Maputo condenou hoje os arguidos do caso LAM por burla e peculato dois antigos gestores seniores da companhia bem como a directora geral da empresa responsável pela produção da revista de bordo da LAM.Os 3 réus foram condenados a penas de prisão efectiva que variam entre 12 e 14 anos.  

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Os juízes da sétima secção criminal do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo julgam a acusação parcialmente provada e acordam na condenação do ex-presidente da Comissão Executiva da LAM e o antigo-director financeiro.

A directora-geral da Executive Moçambique, empresa responsável pela produção da revista Índico, publicação de bordo da LAM teve a pena reduzida segundo a leitura do juiz Rui Dauane.

Os 3 condenados, acusados pelo ministério público de terem criado prejuízos à companhia aérea nacional LAM na ordem de 50 milhões de meticais cerca de 700 mil euros, em serviços de comunicação e marketing são ainda obrigados a indemnizar os lesados entre os quais o estado.

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa. 

Correspondência de Maputo: sentença caso LAM

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